Só observo o tamanho do lacre... cuidado para não se sufocar com ele...
Nenhuma empresa (mainstream) de tecnologia se preocupa com diversidade e inclusão, se você não sabe aspectos técnicos como React e outras linguagens de desenvolvimento de sistemas, considere-se inútil abraçado à bandeira do arco-íris.
Cidade de Deus é uma produção dirigida por Fernando Meirelles e Kátia Lund, ao utilizar o termo codiretor, cuidado com o apagamento que o termo pode causar, a codireção é majoritariamente associada quando ocorre o trabalho de 2 ou mais profissionais na administração principal do filme - muito comum em animação. Outro caso recente é Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles com Bacurau e ambos foram receber o prêmio no Festival de Cannes.
Não aguento mais produção norte-americana que mostra o sofrimento de gente rica
Hollywood só trabalha hoje criando apelo homoafetivo na audiência das redes sociais - principalmente segmentada no Brasil
Michael Bay possui estilo e identidade cinematográfica
Godard era um cavalo insuportável, mas gosto dele (antes tinha o é, mas o status dele mudou)
Zack Snyder sempre vai encontrar uma maneira de colocar homens musculosos e peludos de cueca em seus filmes porque ele sabe que nerdola misógino gosta inconscientemente de homem - e ele também gosta
Pedantismo alheio, balde de pipoca com refri pra molecada
Ain que o conceito do filme é tão sublime porque fala da estrutura pipipi popopo: me levanto e vou embora
Shame, Drive, Holy Motors, Aftersun (ou o complexo de eléctra para jovens erotomaníacas por seus próprios pais) The Square e Triângulo da Tristeza: Fuja dessa cilada, bino!
Não existe fenômeno jovem com ator negro que vire o crush daquela figurinha que se esforça para ser antenada, cult e muderna. É tudo r4cista mesmo, simples dessa forma.
Fala mal do cinema brasileiro, mas é incapaz de citar 10 filmes lançados fora do eixo globo filmes no ano vigente.
Cinema também inclui velozes e furiosos, goste ou não.
E cadê o amor? Foi pra casa do c_____
Antes eu sofria, agora, sou fria - A Dama do Lotação
De que adianta comentar o novo fenômeno da Amazon se boa parte do cinema dos anos 70 dá um pau e um cacete em termos de subversão e caos nas coisas feitas hoje? As pessoas se impressionam com pouco e com rostinhos bonitos...
O problema geral do filme Michael é não aprofundar nenhuma das relações que o personagem estabelece na sua vida fora do contexto familiar, dito isso, o filme acerta bastante no dilema constante que o cantor tinha com o seu pai abusivo, tema muito bem explorado e que conversa com a fantasia na qual o cantor esteve inserido para compensar as violências sofridas. O trabalho vocal e a fisicalidade de Jaafar Jackson são impressionantes, ainda existe algo do ator que não é caricato e que sabe interpretar bem a doçura do cantor com o seu público mesmo nos momentos de fragilidade emocional. É um filme que constrói bem a identidade de MJ para o público. A primeira parte do filme é maravilhosa, com a infância dos Jackson 5, a mágica que a banda causou e a fraternidade do Michael com os desfavorecidos; é com esse ideal utópico que o filme constrói o personagem. Achei justo com a memória do cantor, mas senti falta da Janet. Outro ponto que o roteiro decide não abordar, apesar da aparição da fita com o nome da Cyndi Lauper, é o efeito dominó que a presença do cantor causou na MTV, esse ponto especificamente merecia uma breve cobertura documental e claro, a presença de Madonna como antagonista. É impossível documentar num longa boa parte da vida e da carreira do personagem, mas a atuação do Jaafar Jackson é espetacular, a fisicalidade do ator transmite Michael, mas existe uma interpretação pessoal que não desliga o seu mérito. O trabalho vocal é impressionante.