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Data de lançamento
14 Fev. 2026Duração
Sob o sol da Catalunha, uma rica família branca norte-americana vive em um isolamento hedonista, buscando amor e validação uns nos outros, em suas roupas de grife e na música pop. Quando Jack, o irmão mais velho, apresenta sua noiva para a família, tensões há muito tempo reprimidas vêm à tona e os laços de sangue da matilha começam a se romper.
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Os personagens são meio que insuportáveis e fúteis, mas as atuações são boas, e o elenco responsa, fui gostando aos poucos, tentando compreender a dinâmica da egocêntrica e bizarra família, e procurando a tal crítica social ali, como já vi em outros filmes similares, só que sei lá..... nosso Karim Aïnouz, nas tramas "do lado de cá", acho infinitamente melhor, O Céu de Suely, Motel Destino, Madame Satã etc... só filmão.
Aqui subverte-se tudo do original De Punho Fechados, o que eu acho muito interessante, eu consigo ver a essência do Karim e roteiro grego Efthymis Filippou que trabalha com Yorgos, e gosto disso por gostar de ambos, e sei que talvez não seja trabalhos para qualquer um, mas de certa forma acho que foi fraco, faltou algo, e não acho que foi expectativa minha(estava sem nenhuma)
é bizarramente bom mas falta "alguma coisa"...é um yorgos lanthimos, com o roteirista de yorgos lanthimos mas sem o yorgos lanthimos. então...o q falta?? é bizarro mas, provavelmente por causa disso, é um bizarro muito leve...chega a ser mais engraçado do q bizarro. no fim vc não fica em choque pensando "meudels, q diabos eu acabei de ver????", vc dá risada.
as mortes são hilárias. a intenção da martha a gente já saca no início do filme. e imagina a frustração de ed, hein? planejou tudo tão bem planejado...exceto os motoristas...
e eu ri. e muito.
ah, cara, tive q voltar e mudar a nota pq não conseguia parar de rir...de 3 pra 4 e chega senão vou acabar dando 5 estrelas nesse troço só por causa desse final, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...
Falha miseravelmente em tudo que se propõe. O tom satírico e disfuncional atrelado à narrativa e aos personagens não funciona em absolutamente nada, bem como não consegue imprimir a sensação disruptiva, caótica e imprevisível que o filme acredita passar. A história é até interessante, mas falta cinismo, eloquência e uma sensualidade que o diretor não consegue imprimir. Tudo nesse filme soa anêmico, pressão baixa e risivelmente vazio: os personagens são ruins, os diálogos péssimos, as situações beiram o ridículo quando tudo é tão falso e caricato… tem momentos, inclusive, que dão vergonha alheia. As cenas são esquisitas e feitas da maneira mais sem graça possível, além das atuações serem bem mecânicas e superficiais (apesar do elenco ser muito bom). Não tem um ator que se destaque, sério, achei todos péssimos (até mesmo o gostoso do Callum Turner, embora seja o “melhor” personagem dessa tranqueira de filme). Enfim, um exemplo de filme que tenta ser muito coisa, mas na verdade só é ruim, apático, frígido e totalmente insípido.
Esse filme nas mãos de um diretor sem pudor e politicamente incorreto seria maravilhoso (Almodóvar nos anos 80, por exemplo).
Meu deusssss… que loucura! O filme é tão fora da curva que fica bom. Que elencão num filme B. Fora que é muito divertido ver toda a bizarrice sendo falada.
O que me incomodou foi
A mãe simulou a morte pra se ver livre da família e, tendo grana, escolheu ficar na mesma cidade que todos eles? Aí não dá.
O pai cego indo cavalgar na beira do precipício??? Forçou demais.
Uma família jovem, bonita, boêmia e rica, ficar confinada na mesma casa, sem fazer nada? Poxa vida.
A trilha é ótima. Os personagens insuportáveis e carismáticos na mesma medida.
Recomendo pra dar umas boas risadas.