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Data de lançamento
12 Out. 2017Duração
Calais, França. Georges Laurent (Jean-Louis Trintignant) é o patriarca da família, que está preso em uma cadeira de rodas. Sua filha Anne (Isabelle Huppert) ainda mora com ele, enquanto que seu filho Thomas (Matthieu Kassovitz) acaba de retornar para a casa do pai, junto com a esposa e a filha Eve (Fantine Harduin), cuja mãe faleceu recentemente. Entre eles existe uma intensa incomunicabilidade, que faz com que todos levem a vida segundo seus interesses pessoais.
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mais um bom filme do Haneke. Certamente não é o melhor, mas o estilo e as discussões estão sempre lá. Visto em 14.01.26
Depressão, sociopatia, taras, eutanásia, tentativa de suicídio, todos esses elementos são comuns à filmografia de Michael Haneke, e em "Happy End" ele tenta sintetizar todos em uma obra única. Mas o longa surge apático e redundante na maior parte do tempo, decepcionante principalmente se levarmos em conta que ele veio na esteira dos excepcionais "Amor" e "A Fita Branca". Aliás, a presença de Jean-Louis Trintignant e Isabelle Huppert poderia fazer desse filme a única coisa que vale a pena em um mar nebuloso e sem sal de depressões burguesas. Há uma certa observação crítica aqui sobre o distanciamento e frieza com que o jovem atual vê o mundo à sua volta através de telas - sejam elas de celular ou de computadores - mas o próprio Haneke já havia feito isso melhor também em "O Vídeo de Benny". Enfim, "Happy End" é uma resenha de tudo que Haneke fizera até agora, mas de forma espremida e apertada, sem desenvolvimento e sem empatia.
Filme bem fraquinho.
Esperava mais de ti, Haneke!!!
repisando os temas sem acrescentar mto, os comentarios acerca da era das redes sociais foi meio agua com acucar e nada q blackmirror ou outras obras mais antigas ja nao o tenham feito e com mais profundidade - como por ex george romero lancou 10 anos antes o Diary of the Dead q eh bastante denso sobre a era dos celulares e redes.
repisa temas de querer morrer, criancas tinhosas; seu estilo narrativo jogando cenas no escuro sem q entendamos a principio.
a cena do karaoke foi patetica, detesto qdo personagens tem cenas assim de danca e claramente percebesse q sao atores e msm qdo precisam dancar desengoncadamente, nota-se um atabalhoamento calculado e e bonito.
longe de ser um filme ruim, so nao eh o melhor do haneke, nao chega a ser tao desinterssante qto time of the wolf.
se esse filme não existisse faria alguma diferença?