Ao visitar um país no Oriente Médio um ídolo das matinês, Johnny Tyronne (Elvis Presley), é forçado a ajudar assassinos que desejam destronar o rei. Simultaneamente ele se apaixona por Shalimar (Mary Ann Mobley), a filha do monarca.
"Feriado no Harém" (Harum Scarum, 1965) é amplamente considerado por críticos e fãs como um dos pontos mais baixos e bizarros da carreira cinematográfica de Elvis Presley, funcionando hoje como uma divertida e datada "cápsula do tempo" da Hollywood dos anos 60. O filme tenta misturar o charme clássico de As Mil e Uma Noites com o formato padrão dos musicais de Elvis, mas falha em entregar qualquer verossimilhança. A premissa de que o astro foi sequestrado porque vilões acreditaram que suas lutas coreografadas de cinema eram reais é boba e artificial. O roteiro não se esforça para criar tensão, apostando tudo em piadas ingênuas e trapalhadas no deserto.
"Feriado no Harém" é um filme "tão ruim que fica divertido". Não deve ser encarado como um cinema de qualidade, mas sim como uma comédia pastelão despretensiosa. É recomendado apenas para fãs ferrenhos de Elvis ou para quem busca rir de uma produção genuinamente brega dos anos 60. Pela nostalgia, duas estrelas.
Hahaha, trash total, Elvis sequestrado e posto pra matar alguem, sendo que o proprio é apenas um ator inocente, haha, isso não o impede sair cantando e surrando vários arabes malucos e ficar dando em cima de várias ninfetas como o infiel que é. hahaha, dificil comentar esse filme, mas é uma comédia, pelo amigo dele que o ajuda a fugir e o anãozinho que dá cabeçadas no chão dá pra ter certeza.
Aqui Elvis Presley é Johnny Tyronne, herói de ação nas grandes telas e fora delas também. Basta considerar tal premissa para concluir que "Feriado no Harém" não é um filme para ser levado a sério. Para aumentar o clima caricatural, além de um cultura árabe retratada de maneira estereotipada e pasteurizada, fator condizente com os padrões gerais hollywoodianos, os números musicais, que contam com algumas cações muito boas, são bem deslocados. Aquela atitude tão comum a personagens do gênero musical, de sair cantando de repente do nada, que às vezes tanto incomoda, aqui é mais presente que em outros filmes com o Rei onde suas apresentações são melhor contextualizadas. Nestes filmes, por exemplo, o personagem de Elvis seria um músico chamado ao palco para cantar com uma banda: esta criação de atmosfera aumenta a verossimilhança e credibilidade da obra. Enfim, credibilidade não é algo para se levar em consideração ao assistir "Harum Scarum". A grande sacada é se deixar levar pela curiosidade com relação à maneira como introduziram Elvis Presley no "mundo árabe", preparar pipoca e refrigerante, não esquecendo de reservar um espaço para dançar. E pronto. O filme vai ser aproveitado como deve e merece. O resto é a conclusão de que o Rei se sai melhor com um pé fincado em James Dean e outro em Marlon Brando do que tentando encostá-los em Rodolfo Valentino.
Reassistido via YouTube em 24/07/2026.
"Feriado no Harém" (Harum Scarum, 1965) é amplamente considerado por críticos e fãs como um dos pontos mais baixos e bizarros da carreira cinematográfica de Elvis Presley, funcionando hoje como uma divertida e datada "cápsula do tempo" da Hollywood dos anos 60. O filme tenta misturar o charme clássico de As Mil e Uma Noites com o formato padrão dos musicais de Elvis, mas falha em entregar qualquer verossimilhança. A premissa de que o astro foi sequestrado porque vilões acreditaram que suas lutas coreografadas de cinema eram reais é boba e artificial. O roteiro não se esforça para criar tensão, apostando tudo em piadas ingênuas e trapalhadas no deserto.
"Feriado no Harém" é um filme "tão ruim que fica divertido". Não deve ser encarado como um cinema de qualidade, mas sim como uma comédia pastelão despretensiosa. É recomendado apenas para fãs ferrenhos de Elvis ou para quem busca rir de uma produção genuinamente brega dos anos 60. Pela nostalgia, duas estrelas.
1694. (07/01/2023)
Filmes que a gente vê porque tem alguém nele que gostamos muito! kkkkkkk
Música pérola do filme: So Close Yet So Far.
Gosto dos filmes do Elvis mas esse é demasiadamente ingênuo ... Tb não curti a produção
Hahaha, trash total, Elvis sequestrado e posto pra matar alguem, sendo que o proprio é apenas um ator inocente, haha, isso não o impede sair cantando e surrando vários arabes malucos e ficar dando em cima de várias ninfetas como o infiel que é. hahaha, dificil comentar esse filme, mas é uma comédia, pelo amigo dele que o ajuda a fugir e o anãozinho que dá cabeçadas no chão dá pra ter certeza.
Aqui Elvis Presley é Johnny Tyronne, herói de ação nas grandes telas e fora delas também. Basta considerar tal premissa para concluir que "Feriado no Harém" não é um filme para ser levado a sério. Para aumentar o clima caricatural, além de um cultura árabe retratada de maneira estereotipada e pasteurizada, fator condizente com os padrões gerais hollywoodianos, os números musicais, que contam com algumas cações muito boas, são bem deslocados. Aquela atitude tão comum a personagens do gênero musical, de sair cantando de repente do nada, que às vezes tanto incomoda, aqui é mais presente que em outros filmes com o Rei onde suas apresentações são melhor contextualizadas. Nestes filmes, por exemplo, o personagem de Elvis seria um músico chamado ao palco para cantar com uma banda: esta criação de atmosfera aumenta a verossimilhança e credibilidade da obra.
Enfim, credibilidade não é algo para se levar em consideração ao assistir "Harum Scarum". A grande sacada é se deixar levar pela curiosidade com relação à maneira como introduziram Elvis Presley no "mundo árabe", preparar pipoca e refrigerante, não esquecendo de reservar um espaço para dançar. E pronto. O filme vai ser aproveitado como deve e merece. O resto é a conclusão de que o Rei se sai melhor com um pé fincado em James Dean e outro em Marlon Brando do que tentando encostá-los em Rodolfo Valentino.