Comédia musical em Technicolor da Universal International Pictures e Universal Pictures que foi vagamente baseado no romance de 1918 "Oh Money! Money!", de Eleanor Porter (1868-1920). O título se refere ao nome de uma canção de jazz de 1925 do "The California Ramblers".
Embora Piper Laurie (1932-2023) seja retratada com Rock Hudson (1925-1985) na capa do DVD recente, ela não foi identificada pelo nome e nem cobrada na embalagem. Em vez disso, aparece o nome da atriz infantil Gigi Perreau, que interpretou sua irmã. James Dean (1931-1955), sem ser creditado, aparece numa ponta rápida e tem uma frase curta como um aluno mimado tomando sorvete. Sua cena é com o veterano Charles Coburn (1877-1961), que lhe serve no bar. A estréia de June Kenney (1933-2021).
Os efeitos corruptíveis do dinheiro são detalhados neste filme leve, mas agradável, que apresenta o diretor alemão Douglas Sirk (1897-1987) num filme em cores e ao jovem Rock Hudson. A maneira como incorpora músicas pop antigas de maneira casual, nostálgica e narrativa, antecipa uma variedade de musicais jukebox. O objetivo foi mostrar de forma cômica que o dinheiro é a raiz de todos os males, ou pelo menos o dinheiro por si só não pode fazer ninguém feliz.
Embora a arte da capa faça menção ao casal Rock Hudson e Piper Laurie, quase passam Blasé neste filme menor do mestre Douglas Sirk. Quem se destaca visivelmente é Charles Coburn. A tentativa de exercer um cômico-musical, nalguns trechos cancionais, é deveras frustrante. Um Douglas Sirk menor.
É o tipo de filme que eu mais amo nessa vida: simples, cheio de amor e que faz um bem enorme assistir e deixa aquela sensação de felicidade e de que tudo vai ficar bem. Eu amo Douglas Sirk e poder ver que ele tinha um talento e uma versatilidade para dirigir filmes leves, me deixa bem feliz também. Rock Hudson está carismático como sempre, mas o filme é todinho do Charles Coburn que exala carisma e simpatia com um personagem que tinha tudo pra ser um ranzinza e antipático. Apenas assistam e se apaixonem por esse filme. Ideal para aqueles dias nublados em nossas vidas.
Ótima comédia de costumes, Sirk sendo Sirk e trazendo o cotidiano da família americana para o cinema. Apesar de hoje em dia o filme ser mais conhecido pela participação de James Dean (algo em torno de uma frase), é uma comédia deliciosa e levemente musical. Charles Coburn é o grande protagonista, fazendo um velhinho milionário que não tem pra quem deixar a herança e decide deixar para a familia de uma namorada que o abandonou (e assim o fez ir em busca de dinheiro). Rock Hudson e Piper Laurier fazem um simpático casal, embora não chamem muito a atenção. Quem realmente prende é o Charles Coburn e a Gigi Perreau, que faz a irmãzinha mais nova da familia. Amei.
Divertido e com bom elenco, capitaneado por Charles Coburn.
Comédia musical em Technicolor da Universal International Pictures e Universal Pictures que foi vagamente baseado no romance de 1918 "Oh Money! Money!", de Eleanor Porter (1868-1920). O título se refere ao nome de uma canção de jazz de 1925 do "The California Ramblers".
Embora Piper Laurie (1932-2023) seja retratada com Rock Hudson (1925-1985) na capa do DVD recente, ela não foi identificada pelo nome e nem cobrada na embalagem. Em vez disso, aparece o nome da atriz infantil Gigi Perreau, que interpretou sua irmã. James Dean (1931-1955), sem ser creditado, aparece numa ponta rápida e tem uma frase curta como um aluno mimado tomando sorvete. Sua cena é com o veterano Charles Coburn (1877-1961), que lhe serve no bar. A estréia de June Kenney (1933-2021).
Os efeitos corruptíveis do dinheiro são detalhados neste filme leve, mas agradável, que apresenta o diretor alemão Douglas Sirk (1897-1987) num filme em cores e ao jovem Rock Hudson. A maneira como incorpora músicas pop antigas de maneira casual, nostálgica e narrativa, antecipa uma variedade de musicais jukebox. O objetivo foi mostrar de forma cômica que o dinheiro é a raiz de todos os males, ou pelo menos o dinheiro por si só não pode fazer ninguém feliz.
Embora a arte da capa faça menção ao casal Rock Hudson e Piper Laurie, quase passam Blasé neste filme menor do mestre Douglas Sirk.
Quem se destaca visivelmente é Charles Coburn.
A tentativa de exercer um cômico-musical, nalguns trechos cancionais, é deveras frustrante.
Um Douglas Sirk menor.
É o tipo de filme que eu mais amo nessa vida: simples, cheio de amor e que faz um bem enorme assistir e deixa aquela sensação de felicidade e de que tudo vai ficar bem. Eu amo Douglas Sirk e poder ver que ele tinha um talento e uma versatilidade para dirigir filmes leves, me deixa bem feliz também. Rock Hudson está carismático como sempre, mas o filme é todinho do Charles Coburn que exala carisma e simpatia com um personagem que tinha tudo pra ser um ranzinza e antipático. Apenas assistam e se apaixonem por esse filme. Ideal para aqueles dias nublados em nossas vidas.
Ótima comédia de costumes, Sirk sendo Sirk e trazendo o cotidiano da família americana para o cinema.
Apesar de hoje em dia o filme ser mais conhecido pela participação de James Dean (algo em torno de uma frase), é uma comédia deliciosa e levemente musical.
Charles Coburn é o grande protagonista, fazendo um velhinho milionário que não tem pra quem deixar a herança e decide deixar para a familia de uma namorada que o abandonou (e assim o fez ir em busca de dinheiro). Rock Hudson e Piper Laurier fazem um simpático casal, embora não chamem muito a atenção. Quem realmente prende é o Charles Coburn e a Gigi Perreau, que faz a irmãzinha mais nova da familia. Amei.