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Sinopse
Mais de 20 cineastas e realizadores de vídeo de renome internacional realizaram curtas-metragens que focam temas como dignidade, desenvolvimento, questões de género e justiça.
Este tipo de filme coletivo tende a cansar o espectador, não somente pelo sobejo de informações multinacionais (que nem sempre são coerentes entre si tematicamente ou estilisticamente) mas principalmente pela irregularidade do conjunto: aqui não é diferente. Os episódios vão do ótimo (vide o impactante segmento do holandês Bram Schouw num trem, o simbólico conto da mexicana Teresa Serrano sobre liberação feminina ou o inocente conto de Idrissa Ouedraogo sobre a plantação cíclica de uma mangueira) ao péssimo (o auto-evidente joguete metalingüístico de Dominique Gonzales-Foerster & Ange Leccia, a bizarrice pseudo-surreal de Murali Nair ou a abominável sucessão de imagens digitalmente manipuladas do suíço Pipilotti Rist). Mas nenhum deles consegue se igualar ao magnífico petardo do Apichatpong Weerasethakul sobre direitos humano num âmbito social mais extremo! Fabuloso! E admito que o Sergei Bodrov também conseguiu calar a minha boca pelo espanto! vale a pena ser (re)visto e indicado. A curta duração dos episódios ajuda! (WPC>)
Assistam todos os curtas de Histórias de Direitos Humanos em: http://www.incinerrante.com/historias-de-direitos-humanos
Alguém tem um link para download? Preciso ver esse filme.
Adorei o filme, principalmente pelo curta do Hany Abu-Assad.
Este tipo de filme coletivo tende a cansar o espectador, não somente pelo sobejo de informações multinacionais (que nem sempre são coerentes entre si tematicamente ou estilisticamente) mas principalmente pela irregularidade do conjunto: aqui não é diferente. Os episódios vão do ótimo (vide o impactante segmento do holandês Bram Schouw num trem, o simbólico conto da mexicana Teresa Serrano sobre liberação feminina ou o inocente conto de Idrissa Ouedraogo sobre a plantação cíclica de uma mangueira) ao péssimo (o auto-evidente joguete metalingüístico de Dominique Gonzales-Foerster & Ange Leccia, a bizarrice pseudo-surreal de Murali Nair ou a abominável sucessão de imagens digitalmente manipuladas do suíço Pipilotti Rist). Mas nenhum deles consegue se igualar ao magnífico petardo do Apichatpong Weerasethakul sobre direitos humano num âmbito social mais extremo! Fabuloso! E admito que o Sergei Bodrov também conseguiu calar a minha boca pelo espanto! vale a pena ser (re)visto e indicado. A curta duração dos episódios ajuda! (WPC>)