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Data de lançamento
29 Ago. 2012Duração
Uma reunião de depoimentos dos pais e de familiares da diretora Sarah Polley dão conta de um único acontecimento, que é gradualmente revelado. Entre as discrepâncias dos depoimentos, ora engraçadas, ora reveladoras, Polley faz uma reflexão sobre a memória subjetiva ao mesmo em que traz à tona uma revelação sobre seus pais que mudou sua vida há alguns anos.
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Interessante que é isso, as historias que as pessoas contam, é um quebra cabeça pq a verdade sobre quem ela era foi pro tumulo.
Só dá pra imaginar o pq dessas decisões, já tinha perdido a guarda de dois filhos, não queria correr o risco de perder mais dois, seja contando a verdade ou pedindo separação, queria ser amada, e chuto que o marido era assexual, ou sei lá, era uma pessoa que não ligava para certas coisas, como ter uma grande carreira ou fazer sexo, mas pelos filhos deixou de viver um amor onde ela era amada. No leito de morte ela podia ter falado a verdade, mas e o baque que a filha ia ter? Será que não ficaria sem pai que a criou pra ir morar com uma família que ela nem conhecia? Acho que a mãe fez escolhas pensando no futuro sem ela ali
"É tão curto o amor, tão longo o esquecimento." 😍😍😍
impressionante delicadeza nos caminhos traçados não para contar uma verdade, mas como se chega a ela. Sarah Polley ❤
Muito bom. A verdade pode estar nos fios das diversas narrativas.
Um ótimo exemplo de que o mais importante na arte não é o que se conta mas como se conta. Fala mais sobre até que ponto um documentário é realidade, quais os pontos de vista nos foi omitido e com quais intenções, do que a história em si que neste caso é boa.