Através de um projetor de filmes 16mm e latas que herdou de seu pai, um jovem descobre a aventura de seu avô, que lutou na Segunda Guerra Mundial, quando o Brasil enviou 25.000 soldados para lutar com os Estados Unidos contra o avanço nazista na Europa.
Mds do céu, pensei que era uma continuação do "aí que vida". pqp, eu ri de mais
na morte do padre
Encontrei essa obra no catálogo da Amazon, não fazia ideia da existência disso.
Achei bem interessante e a ideia, mostrar resumidamente os pontos mais importantes da jornada da FEB na Itália, mesmo que com alguns equívocos, como citado no comentário abaixo. Achei bem bacana, por mais que não seja uma grande produção, com ótimas atuações e show de efeitos especiais... mas é uma direção feita de coração, uma boa homagem aos nossos queridos e infelizmente esquecidos pracinhas.
O responsável pela obra é o cineasta Gastão Coimbra (Minotauro Produções Cinematográficas), formado em Cinema e Publicidade pela Universidade Metodista Mackenzie. A equipe está em processo avançado de filmagem em Paranapiacaba e outros locais do Estado de São Paulo. O elenco conta com descendentes de alemães e dois austríacos. Foram 3 anos de pesquisa e a produção conta com mais de 500 peças da segunda grande guerra.
O filme apresenta ao espectador, as principais histórias que permearam a passagem da FEB pela Itália, como a Tomada de Monte Castelo e ações com personagens como, Max Wolf, Ten Apollo Resk, os três herois mineiros, Frei Orlando, General Alemão Otto Fretter Pico e passagens colhidas dos relatos de 18 ex-combatentes entrevistados, previsto para 90 min de duração, esperamos que esteja nos cinemas até o final de 2013. Afirma, Gastão Coimbra.
Infelizmente nós brasileiros nunca soubemos dar a importância exata a nossa participação neste conflito. Considero de muito valor a vontade de alguém em querer reparar estas enormes injustiças com nossos pracinhas, mas o que veremos aqui, quando a película for lançada, com certeza, será mais um festival de coisas mal feitas, mal pesquisadas.
Depois de muito estudar sobre a FEB, ler muita coisa, fico triste em ver a entrevista do diretor, Sr. Gastão Coimbra, que mais me pareceu uma pessoa curiosa do que um profissional da área, na sua entrevista ao amadorístico programa “Kazual” querer passar a idéia de ser o dono da verdade sobre o assunto em questão.
Nas suas citações há muitos equívocos, como dizer que o filho do presidente Getúlio Vargas era nazista, para tirar esta dúvida bastaria o diretor ter entrevistado o Brigadeiro Rui Moreira Lima, ou assistido Senta à Pua, para saber que o referido médico serviu no lº Grupo de Aviação de Caça.
Tenho certeza que não leu o livro “A Nossa Segunda Guerra Mundial” do jornalista Ricardo Bonalume Neto e nem tampouco nenhuma obra de um dos maiores estudiosos em FEB, o professor de história Cesar Campiani Maximiano. Só isso já teria conseguido abrir muitos horizontes sobre sua pesquisa.
Uma pequena observação sobre as locações, as casas da vila dos ingleses em Paranapiacaba em nada se parecem com casas italianas na época.
Sinceramente, torço para que o Sr. Gastão, apesar de muitos equívocos consiga contar um pouco da verdadeira história de nossos valorosos pracinhas, tão injustiçados e esquecidos.
Segue abaixo o link da entrevista do diretor no programa Encontro Kazual da Kaz Tv:
https://www.youtube.com/watch?time_continue=82&v=wl3v9cb5Xg4