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Sinopse
Um escritor de suspense precisa de registros minuciosos de assassinatos para seus novos escritos; a fim de obter os pormenores de crimes, utiliza-se de um meio manipulador para instigar seu assistente a encarregar-se de episódios homicidas.
Este devido a violencia gráfica acima do tome a intensidade da narrativa acho que deve ter sido classificado por ´´pg R´´ ou X-rated(siglas equivalentes na gringa de lingua inglesa ao proibido para menores de 18 )na sua época de lançamento.A abordagem diferenciada desta fita inglesa comparanada as similares de hollywood deu um tempero a mais neste.Só não um slash porque oassistindo sabemos a identidade do assassino e sua motivação o que aliásumm pouco previsível é compensado com um suspense bem aqmarrado.Vi em,15-08-21
O jornalista e escritor Edmond Bancroft, debocha da polícia, ao mesmo tempo que é ele o responsável pelos crimes. Ele controla seu assistente ingênuo com uma espécie de soro, que compara a fórmula usada por Dr. Jekyll no famoso "O médico e o monstro", e transforma o tímido rapaz em um monstro assassino. O seu sadismo e psicopatia, só se compara a ironia com que pontua seus diálogos.
O filme tem um início muito bacana, mas achei a sua metade meio chata, mas nada que estrague o divertimento. É curto e não chega a cansar, e fica mais pro lado do suspense do que o terror, mas merece ser conhecido.
Produção inglesa que é um clássico exemplo dessa mudança de ares do gênero, muito influenciado pela Hammer, que ditou um novo rumo para o cinema de horror, trazendo para a tela cenas mais violentas com sangue e abusando de cores vivas para chocar os espectadores. Esta é uma sádica história de assassinatos, trazendo um impiedoso serial killer, ajudando a pavimentar uma nova fórmula e estética no gênero. É o primeiro filme da chamada "Trilogia de Sade", sequência de três filmes britânicos do final dos anos 50 e começo dos anos 60, relacionados por uma premissa com forte ênfase na violência, crueldade, sadismo e conotações sexuais. Seguem-se a ele: A tortura do medo (60), de Michael Powell, e Circo dos horrores (60), de Sidney Hayers. É o último filme do diretor Arthur Crabtree (1900-1975). A cena clímax no parque de diversões e as criativas mortes são destaques neste filme despretensioso, mas envolvente.
Um verdadeiro clássico esquecido do terror, a cena do binóculo é sensacional e deve ter sido bem impactante para a época, já mostrando a evolução no cinema de horror inspirado em grande parte pela Hammer, deixando um pouco a inocência de lado e trazendo cenas mais violentas com todo aquele sangue vermelho vivo. Vale muito a pena dar uma conferida!
Este devido a violencia gráfica acima do tome a intensidade da narrativa acho que deve ter sido classificado por ´´pg R´´ ou X-rated(siglas equivalentes na gringa de lingua inglesa ao proibido para menores de 18 )na sua época de lançamento.A abordagem diferenciada desta fita inglesa comparanada as similares de hollywood deu um tempero a mais neste.Só não um slash porque oassistindo sabemos a identidade do assassino e sua motivação o que aliásumm pouco previsível é compensado com um suspense bem aqmarrado.Vi em,15-08-21
Mais para um thriller policial do que propriamente terror, este filme se destaca pela ótima performance de seu protagonista Michael Gough.
Um assassino apavora Londres, usando as mais diferentes formas de matar suas vítimas, tendo como cenário a charmosa Londres dos anos 50.
O jornalista e escritor Edmond Bancroft, debocha da polícia, ao mesmo tempo que é ele o responsável pelos crimes. Ele controla seu assistente ingênuo com uma espécie de soro, que compara a fórmula usada por Dr. Jekyll no famoso "O médico e o monstro", e transforma o tímido rapaz em um monstro assassino.
O seu sadismo e psicopatia, só se compara a ironia com que pontua seus diálogos.
O filme tem um início muito bacana, mas achei a sua metade meio chata, mas nada que estrague o divertimento. É curto e não chega a cansar, e fica mais pro lado do suspense do que o terror, mas merece ser conhecido.
Produção inglesa que é um clássico exemplo dessa mudança de ares do gênero, muito influenciado pela Hammer, que ditou um novo rumo para o cinema de horror, trazendo para a tela cenas mais violentas com sangue e abusando de cores vivas para chocar os espectadores. Esta é uma sádica história de assassinatos, trazendo um impiedoso serial killer, ajudando a pavimentar uma nova fórmula e estética no gênero. É o primeiro filme da chamada "Trilogia de Sade", sequência de três filmes britânicos do final dos anos 50 e começo dos anos 60, relacionados por uma premissa com forte ênfase na violência, crueldade, sadismo e conotações sexuais. Seguem-se a ele: A tortura do medo (60), de Michael Powell, e Circo dos horrores (60), de Sidney Hayers. É o último filme do diretor Arthur Crabtree (1900-1975). A cena clímax no parque de diversões e as criativas mortes são destaques neste filme despretensioso, mas envolvente.
Um verdadeiro clássico esquecido do terror, a cena do binóculo é sensacional e deve ter sido bem impactante para a época, já mostrando a evolução no cinema de horror inspirado em grande parte pela Hammer, deixando um pouco a inocência de lado e trazendo cenas mais violentas com todo aquele sangue vermelho vivo. Vale muito a pena dar uma conferida!