Confesso que no começo eu fiquei muito incomodada com ele, mas bêbado é sempre uma merda, embora eu não fosse querer me aproximar de novo. kkk E entendo o porquê ela beijou ele, mas ao mesmo tempo achei uma narrativa muito porca, porque parece que fica impossível uma mulher e um homem construírem uma amizade sem interesse.
Gostei. Uma comédia romântica onde a quimica do casal de atores faz a diferença. Destaque para Borisov (ainda desconhecido internacionalmente) que este ano marcou presença no Oscar como coadjuvante no premiado Anora. Tem futuro!
O primeiro encontro dita tudo: aquela vai ser uma história de amor de condições insustentáveis. Gosto de como a relação dos dois se constrói nesse tom sempre desesperançado, a dinâmica que gradualmente vai ganhando força com o transcorrer da viajem, a intimidade da convivência forçada. Como o próprio mover do trem, há apenas... o movimento. Nenhuma promessa, apenas a inevitável transformação que acontece pelo caminho.
Meio estranho, não é ruim, mas falta algo.
Confesso que no começo eu fiquei muito incomodada com ele, mas bêbado é sempre uma merda, embora eu não fosse querer me aproximar de novo. kkk E entendo o porquê ela beijou ele, mas ao mesmo tempo achei uma narrativa muito porca, porque parece que fica impossível uma mulher e um homem construírem uma amizade sem interesse.
No mais, o final surpreendentemente salva.
Quando ele, um estranho, faz de tudo pra ela poder ir ver os petróglifos, e a ficante bosta dela que mal numa ligação podia ficar. Fofo demais.
Gostei. Uma comédia romântica onde a quimica do casal de atores faz a diferença. Destaque para Borisov (ainda desconhecido internacionalmente) que este ano marcou presença no Oscar como coadjuvante no premiado Anora. Tem futuro!
A pergunta que fica é:
quando ele escreveu "Haista vittu" para ela, ele já sabia que significava "fuck you" ou ele ainda achava que significava "eu te amo"?
O primeiro encontro dita tudo: aquela vai ser uma história de amor de condições insustentáveis. Gosto de como a relação dos dois se constrói nesse tom sempre desesperançado, a dinâmica que gradualmente vai ganhando força com o transcorrer da viajem, a intimidade da convivência forçada. Como o próprio mover do trem, há apenas... o movimento. Nenhuma promessa, apenas a inevitável transformação que acontece pelo caminho.
Queria assistir, mas não encontro em lugar nenhum. Os sites todos fora do ar. Se alguém souber, comenta como mensagem no meu perfill. Obrigada.