Um documentário sobre a história de Mario de Marcella, um eremita que viveu na floresta perto de Roma. Ele foi chamado por caçadores "Il Solengo" porque é assim que eles chamam o javali solitário que é cortado do resto do bando.
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Apesar da boa premissa, o filme é bem arrastado e aborrecido, deixando o espectador em um estado de suspensão exatamente pelo distanciamento e a falta de interesse que a produção desperta. O tal personagem, Mario de Marcella, circula como uma figura oculta, o que acaba limando a inspiração. Tentei me envolver mais com a atmosfera e as imagens quase oníricas do bosque, onde o vento, o silêncio e a câmera tateante aparecem como elementos importantes. O final triste, porém marcante, chegou tarde demais para salvar a experiência, deixando no ar que os diretores tiveram uma boa ideia depois de juntar horas de registros. Que pena! (Conferido no Centro Cultural Vergueiro)
Documentário mediano.
A fotografia, de forma disparada, é a maior qualidade do mesmo. No mais, trata o suposto protagonista de forma muito mítica e distante. Saímos da exibição com a sensação que praticamente nada de concreto se contou. Ele é inconsistente por se basear em meras opiniões/lendas urbanas dos moradores do vilarejo.
Confesso que fui à sessão bem empolgado pela sinopse e a decepção em alguns aspectos pesou. Tenta-se fazer uma aproximação com o público em sua cena final, como se o próprio Mário estivesse narrando por detrás da câmera, mas aí, já se faz tarde.