Durante a sessão, eu pensei bastante no segmento "Death Valley", da Sam Taylor-Wood. Porém, faltava o essencial: a concepção esotérica do erotismo. O fato de o protagonista não estar nu pareceu-me uma violação, do mesmo modo que a aparição da tinta... Mas o filme soube justifica-se muito bem, e ele fascina-nos, encanta-nos, inculca em nós o desejo de fazer algo similar, de buscar uma liberdade em contato com a natureza inóspita... As imagens, obviamente, são belíssimas. Mas algo na narração do desfecho pareceu excessivo. Seja como for, um ótimo curta-metragem sobre o que há de valioso nos modismos dos "jovens místicos" hodiernos. Para além disso, em verdade. (WPC>)
Durante a sessão, eu pensei bastante no segmento "Death Valley", da Sam Taylor-Wood. Porém, faltava o essencial: a concepção esotérica do erotismo. O fato de o protagonista não estar nu pareceu-me uma violação, do mesmo modo que a aparição da tinta... Mas o filme soube justifica-se muito bem, e ele fascina-nos, encanta-nos, inculca em nós o desejo de fazer algo similar, de buscar uma liberdade em contato com a natureza inóspita... As imagens, obviamente, são belíssimas. Mas algo na narração do desfecho pareceu excessivo. Seja como for, um ótimo curta-metragem sobre o que há de valioso nos modismos dos "jovens místicos" hodiernos. Para além disso, em verdade. (WPC>)