Philip, um solitário revisor de textos está trancado em seu apartamento, amedrontado e torturado por uma força maligna desconhecida que o mantém prisioneiro pelos últimos dois anos.
Produção italiana de suspense e horror que envolve possessão demoníaca e espíritos do mal, e cujo protagonista principal, o inglês Jamie Paul, é inexpressivo demais, lembrando muito o Salsicha da turma do Scooby-Doo. É o 3° longa-metragem de Alessio Liguori e o 1° falado em inglês e com elenco internacional, sendo um filme de terror psicológico que se move entre a fé religiosa e a doença mental. O diretor dirigiu vários videoclipes e comerciais na Itália.
Embora seja rotineiro e previsível, o filme possui alguns instantes convincentes e aterrorizantes. "In the trap (Na armadilha)", que parece um filme de mestres de terror dos anos 70 e 80, é um pouco confuso e surgem elementos sobrenaturais do nada. Liguori demonstra que jovens diretores italianos e produtores independentes podem reivindicar seu lugar no gênero de terror internacionalmente, apesar desse filme ainda dever muito por alguns vacilos no roteiro. A parte final exagera na violência e põe esta estória razoável no começo ficar totalmente ruim em seu final.
O antigo tema clichê do exorcismo. Mas resolvi dar uma chance. Não deveria, se eu tivesse ficado sem assistir o filme teria entendido mais do que entendi quando terminou.
Várias coisas sem sentido, sem explicação, e uma das coisas que me incomodou bastante foi o uso excessivo de um estilo de som de filmes de terror mais antigos, com violinos, e outros instrumentos clássicos. Se tivesse usado uma vez ou outra, tudo bem, mas tem várias partes que a música fica extremamente agressiva, como se para forçar quem está vendo a sentir tensão ou medo, mas a cena em si não passa isso. Claro, tiveram cenas que a música combinou, mas são exceções.
Entretanto o que mais me incomodou mesmo foi o filme ser bastantinho sem nexo, como eu disse antes, várias coisas sem sentido, até pra um filme de "terror". Sem contar a atuação do Jamie, que achei bem fraca.
Os efeitos sonoros criam um ambiente de terror clássico, mas o filme entrega apenas mais um exorcismo bobo e descartável, o tipo que certamente ninguém assistirá uma segunda vez.
Produção italiana de suspense e horror que envolve possessão demoníaca e espíritos do mal, e cujo protagonista principal, o inglês Jamie Paul, é inexpressivo demais, lembrando muito o Salsicha da turma do Scooby-Doo. É o 3° longa-metragem de Alessio Liguori e o 1° falado em inglês e com elenco internacional, sendo um filme de terror psicológico que se move entre a fé religiosa e a doença mental. O diretor dirigiu vários videoclipes e comerciais na Itália.
Embora seja rotineiro e previsível, o filme possui alguns instantes convincentes e aterrorizantes. "In the trap (Na armadilha)", que parece um filme de mestres de terror dos anos 70 e 80, é um pouco confuso e surgem elementos sobrenaturais do nada. Liguori demonstra que jovens diretores italianos e produtores independentes podem reivindicar seu lugar no gênero de terror internacionalmente, apesar desse filme ainda dever muito por alguns vacilos no roteiro. A parte final exagera na violência e põe esta estória razoável no começo ficar totalmente ruim em seu final.
Muito bom, super recomendo, ótimas reviravoltas.
Ótima trilha sonora que deixa o filme mais tenso.
O antigo tema clichê do exorcismo. Mas resolvi dar uma chance. Não deveria, se eu tivesse ficado sem assistir o filme teria entendido mais do que entendi quando terminou.
Várias coisas sem sentido, sem explicação, e uma das coisas que me incomodou bastante foi o uso excessivo de um estilo de som de filmes de terror mais antigos, com violinos, e outros instrumentos clássicos. Se tivesse usado uma vez ou outra, tudo bem, mas tem várias partes que a música fica extremamente agressiva, como se para forçar quem está vendo a sentir tensão ou medo, mas a cena em si não passa isso. Claro, tiveram cenas que a música combinou, mas são exceções.
Entretanto o que mais me incomodou mesmo foi o filme ser bastantinho sem nexo, como eu disse antes, várias coisas sem sentido, até pra um filme de "terror". Sem contar a atuação do Jamie, que achei bem fraca.
Os efeitos sonoros criam um ambiente de terror clássico, mas o filme entrega apenas mais um exorcismo bobo e descartável, o tipo que certamente ninguém assistirá uma segunda vez.