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Indie Game: Life After Comentários, epílogos, extras e curtas mostram os bastidores do desenvolvimento de vários jogos independentes, como “Fez”, “Super Meat Boy” e “Braid”
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Não é um documentário totalmente desnecessário, mas com certeza longo demais. Compensa da metade para o final o fato de introduzir game designers que não foram entrevistados no primeiro filme e é em geral um bom epílogo, um complemento sobre o processo criativo desses profissionais independentes.
Tive a impressão de que existe muito mais por trás da razão pela qual esses desenvolvedores de games trabalham sozinhos: na busca pela perfeição, eles não aprenderam a trabalhar em grupo. Phil Fish, o criador de Fez, não disfarça sua personalidade intransigente e dificuldades em encarar críticas (não me refiro à grosseria dos haters na internet, esse aspecto foi bastante explorado no doc e é mesmo uma parte desagradável no trabalho de game designers), por exemplo.
No caso de Braid, fiquei chocado com todo o trabalho extra feito pelo desenhista: o criador do jogo, Jonathan Blow, iniciou aquela ideia com o fundo de nuvens e, apesar de dar liberdade para mudanças, nada passou de uma série de desenhos jogados fora para no final retornar ao que ele mesmo queria: o fundo clichê de nuvens. Irritante e desnecessário. Nesse perfeccionismo e excesso de controle, é claro que eles acabam trabalhando com menos pessoas, quase sem equipe, e consequentemente demoram anos para terminar o jogo. Então existe, é claro, o esforço em lançar um bom jogo sem ter que trabalhar para as grandes empresas, mas alguns deles também não conseguem enxergar além de suas próprias ideias, um bom motivo pelo qual é melhor trabalharem sozinhos. O primeiro filme já mostra bem que, entre profissionais independentes, existem caras como Blow e Fish (que inclusive cancelou o desenvolvimento de Fez 2 em um acesso de raiva no Twitter), e existem artistas, como a dupla de Super Meat Boy, que sabem trabalhar com parceiros e aprenderam a lidar melhor com os trolls babacas da internet por experiência própria.
Não se deve comparar com o primeiro porque sua proposta não é a mesma. Penso que pro que se propõe, ele é tão bom quanto.
É um filme pra suprir o gostinho de quero mais que o primeiro deixou. Pra conhecer mais histórias. Pra matar a curiosidade sobre o que aconteceu depois.
Ótimo, agora sim eu tô satisfeito.
Embora esteja longe de ser só um desperdício de tempo, a verdade é que essa sequência foi bem desnecessária.
Mas acompanhar a nova rotina daqueles caras fudidos que ficaram ricos dá uma alegria imensa, hahah
Obviamente não teria o mesmo impacto do excelente primeiro documentário, e não é vendido desta maneira. Ele *complementa* o original apenas. Sabendo o que esperar deste documentário, ele funciona e é ótimo.
Infinitamente menos emocional e muito menos - mas ainda - interessante.
Muito inferior ao primeiro, ficou com cheiro de caça níquel. Tem uns depoimentos interessantes, principalmente na sua segunda parte. Mas faltou um roteiro mais amarrado, ficou tudo muito solto.