Felipe é um jovem portador de diabetes com o paradoxo de consumir o agora e realizar-se no amanhã. Ana surge como contraposição de suas expectativas e, juntos, entendem que sorrir e chorar são oscilações inerentes à nossa existência.
Curta dividido em 3 atos, envolvendo reflexões que Felipe (Erick Krominski) faz sobre a vida. No Ato I - Mundodesalento - vemos Felipe sentado em frente ao mar, numa atitude reflexiva. É possível perceber a turbulência de emoções que ele traz por dentro. Quando deseja fugir desse mar interno, ele bebe, frequenta baladas, desafia o diabetes comendo doces, fumando e deixando claro como seus relacionamentos são superficiais. Quando sua inquietude o chama de volta, os fones de ouvido o ajudam a se isolar um pouco do mundo exterior, novamente. No Ato II - Mundoleidoscópio - Felipe não está mais só. Ele encontra Ana (Débora Rebecchi), ou é Ana que o encontra? e ambos passam a dividir ideias, pensamentos e momentos de intimidade. Felipe também encontra amigos com quem pode falar honestamente sobre a vida e a forma como enxergam o mundo. Neste ato, Felipe fala sobre sua inquietude e declara filosoficamente sua morte. No Ato III - Mundocatavento - Felipe e Ana declaram-se felizes, mas não 'para sempre' (pois Felipe diz que só os cretinos acreditam na felicidade constante), mas por 'longos e bons momentos'.
"O amor comeu a medida dos meus ternos,o numero dos meus sapatos, o tamanhos dos meus chapéus, O amor comeu minha altura, meu peso, a cor dos meus olhos e de meus cabelos, o amor comeu minha paz e minha guerra, meu dia minha noite, meu inverno meu verão, comeu meu silencio, minha dor de cabeça, meu medo da morte".
Curta dividido em 3 atos, envolvendo reflexões que Felipe (Erick Krominski) faz sobre a vida.
No Ato I - Mundodesalento - vemos Felipe sentado em frente ao mar, numa atitude reflexiva. É possível perceber a turbulência de emoções que ele traz por dentro. Quando deseja fugir desse mar interno, ele bebe, frequenta baladas, desafia o diabetes comendo doces, fumando e deixando claro como seus relacionamentos são superficiais. Quando sua inquietude o chama de volta, os fones de ouvido o ajudam a se isolar um pouco do mundo exterior, novamente.
No Ato II - Mundoleidoscópio - Felipe não está mais só. Ele encontra Ana (Débora Rebecchi), ou é Ana que o encontra? e ambos passam a dividir ideias, pensamentos e momentos de intimidade. Felipe também encontra amigos com quem pode falar honestamente sobre a vida e a forma como enxergam o mundo. Neste ato, Felipe fala sobre sua inquietude e declara filosoficamente sua morte.
No Ato III - Mundocatavento - Felipe e Ana declaram-se felizes, mas não 'para sempre' (pois Felipe diz que só os cretinos acreditam na felicidade constante), mas por 'longos e bons momentos'.
"O amor comeu a medida dos meus ternos,o numero dos meus sapatos, o tamanhos dos meus chapéus, O amor comeu minha altura, meu peso, a cor dos meus olhos e de meus cabelos, o amor comeu minha paz e minha guerra, meu dia minha noite, meu inverno meu verão, comeu meu silencio, minha dor de cabeça, meu medo da morte".
"Mas dizem que o final não está no fim em si, mas sim no caminhar total."