Pearson é um ex-soldado que agora vive descontente em um asilo para veteranos de guerra. Quando um sobrinho rico o convida para morar com ele, nem todo o luxo da casa é capaz de agradar Pearson.
Um curtíssima-metragem dos primórdios da Sétima Arte (1916), com 106 anos de idade, dirigido por Lois Weber, diretora, produtora, roteirista e atriz estadunidense, considerada uma das mais importantes diretoras que a indústria cinematográfica já conheceu, tendo sido uma das mais criativas e prolíficas da era do cinema mudo.
Dentre as pioneiras, Lois Weber é, sem dúvida, a mais arrojada, a minha favorita. Ela brinca com as convenções iniciais de futuros gêneros cinematográficos (advindos de padrões literários, obviamente) e demonstra muito mais zelo pelos intertítulos que sua companheira geracional, a Alice Guy-Blaché. Ela, inclusive, lida muito bem com as contradições morais da sociedade em que vivia, de maneira que conseguiu, nesta obra, tornar simpático um personagem tão ostensivamente desprezível, além de revelar as fraquezas constitutivas da harmonia familiar classista. Maravilhosa cineasta! (WPC>)
Um curtíssima-metragem dos primórdios da Sétima Arte (1916), com 106 anos de idade, dirigido por Lois Weber, diretora, produtora, roteirista e atriz estadunidense, considerada uma das mais importantes diretoras que a indústria cinematográfica já conheceu, tendo sido uma das mais criativas e prolíficas da era do cinema mudo.
Dentre as pioneiras, Lois Weber é, sem dúvida, a mais arrojada, a minha favorita. Ela brinca com as convenções iniciais de futuros gêneros cinematográficos (advindos de padrões literários, obviamente) e demonstra muito mais zelo pelos intertítulos que sua companheira geracional, a Alice Guy-Blaché. Ela, inclusive, lida muito bem com as contradições morais da sociedade em que vivia, de maneira que conseguiu, nesta obra, tornar simpático um personagem tão ostensivamente desprezível, além de revelar as fraquezas constitutivas da harmonia familiar classista. Maravilhosa cineasta! (WPC>)