Assistindo alternadamente à versão americana de 2024 e a Franco-belga de 2018, um remake muito similar, com algumas pequenas alterações, mais um drama poderoso e polêmico, que tenta nos confundir até seu derradeiro ato de destruição final… Percebo uma leve preferência pelo original em sua poética e lacrimal cena final, e em pequenos contextos que parecem mais plausíveis, enquanto o segundo tentar justificar os fatos (desnecessariamente)... Excelente produção adaptada...
Tanto esse quanto o remake são muito bons, até os diálogos do remake são idênticos. Mas esse tem um pouco mais de classe. Talvez, como disse o amigo lá em baixo, os enquadramentos e a trilha sonora lembram muito dos filmes de Brian De Palma.
Visto em 120425 - Nota 3.7
Perturbador, inquietante e muito bem construído, é uma experiência assustadora que deixa você baratinado a cada minuto!
Assistindo alternadamente à versão americana de 2024 e a Franco-belga de 2018, um remake muito similar, com algumas pequenas alterações, mais um drama poderoso e polêmico, que tenta nos confundir até seu derradeiro ato de destruição final… Percebo uma leve preferência pelo original em sua poética e lacrimal cena final, e em pequenos contextos que parecem mais plausíveis, enquanto o segundo tentar justificar os fatos (desnecessariamente)... Excelente produção adaptada...
Tanto esse quanto o remake são muito bons, até os diálogos do remake são idênticos. Mas esse tem um pouco mais de classe. Talvez, como disse o amigo lá em baixo, os enquadramentos e a trilha sonora lembram muito dos filmes de Brian De Palma.
Bom suspense psicológico à lá Hitchcock. Lembra bastante A Mão Que Balança o Berço. Prende a atenção e apavora os pais desavisados.