Dividido em três partes, o filme acompanha os encontros, desencontros e percalços sentimentais de um jovem que vai da Coreia do Sul a Berlim para visitar o pai, a mãe e a namorada.
- como sempre e nesse ainda mais o diretor consegue ser bem enxuto em seu modo de fazer cinema e mesmo assim entregar bastante quase só com os diálogos - fala das diferenças e bloqueios entre os relacionamentos e também entre gerações diferentes - velho chato sem educação gritando, eu jogava bebida na cara dele e ia embora
Mostra várias cenas introdutórias, mas sem muita história, parece um filme sem história. No final, as pessoas no cinema ficaram sentadas sem acreditar que tinha acabado. Acho que a ideia do filme foi essa mesmo, porque em encontros com outras pessoas temos acesso apenas a partes delas, sem nenhuma conclusão. 2 estelas pela coragem de fazer um filme desses. Dormi um pouco.
Vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim. Eu amo cada vez mais a subjetividade do diretor que aqui alcança um pico mais estratosférico. Como o próprio título original já nos informa (Introdução), a narrativa é entrecortada, serve apenas como introdução para a história real que não nos é apresentada, ou seja, a história não está no filme. Temos vislumbres de meras introduções. Como escritor, isso colocou meu cérebro a mil, tentando preencher lacunas. Cinema de altíssima qualidade nesse sentido narrativo, dando um murro na cara do cinema mastigado de massa. As nuances e pistas permeiam por todas as "introduções". O que é real e imaginado? O que cada personagem carrega em sua alma? Qual a verdadeira história de cada um deles? Se o telespectador souber embarcar na experiência que o diretor se propõe, não irã se decepcionar... mas a proposta não parece ser tão simples assim.
Primeiro longa desse diretor que gostei depois de várias tentativas.
- como sempre e nesse ainda mais o diretor consegue ser bem enxuto em seu modo de fazer cinema e mesmo assim entregar bastante quase só com os diálogos
- fala das diferenças e bloqueios entre os relacionamentos e também entre gerações diferentes
- velho chato sem educação gritando, eu jogava bebida na cara dele e ia embora
Mostra várias cenas introdutórias, mas sem muita história, parece um filme sem história. No final, as pessoas no cinema ficaram sentadas sem acreditar que tinha acabado. Acho que a ideia do filme foi essa mesmo, porque em encontros com outras pessoas temos acesso apenas a partes delas, sem nenhuma conclusão. 2 estelas pela coragem de fazer um filme desses. Dormi um pouco.
Vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim. Eu amo cada vez mais a subjetividade do diretor que aqui alcança um pico mais estratosférico. Como o próprio título original já nos informa (Introdução), a narrativa é entrecortada, serve apenas como introdução para a história real que não nos é apresentada, ou seja, a história não está no filme. Temos vislumbres de meras introduções. Como escritor, isso colocou meu cérebro a mil, tentando preencher lacunas. Cinema de altíssima qualidade nesse sentido narrativo, dando um murro na cara do cinema mastigado de massa. As nuances e pistas permeiam por todas as "introduções". O que é real e imaginado? O que cada personagem carrega em sua alma? Qual a verdadeira história de cada um deles? Se o telespectador souber embarcar na experiência que o diretor se propõe, não irã se decepcionar... mas a proposta não parece ser tão simples assim.
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Deveria se chamar "Nossas crianças"...