Molly e Lily se tornam amigas na 4ª série, e mesmo quando passam a morar longe uma da outra, continuam a se corresponder ao longo da vida. No entanto, tudo muda quando Molly aparece no 25º aniversário de Lily com a intenção de dominar a vida dela.
[/spoiler] Lily e Molly se correspondiam por cartas quando meninas e tempos depois passaram a se comunicar por email, e tinham a intenção de se encontrarem pessoalmente. Mas o estranho nisso é não terem tido a curiosidade de saberem como cada uma era, seja enviando foto uma para outra, ou depois através da internet.
Na primeira metade dos anos 2000, quando nem o Orkut havia sido criado, eu me correspondi com várias pessoas de diferentes Estados do Brasil, através daquela revista de cinema chamada SET, que na última página o espaço era reservado para as pessoas deixarem seu endereço de correspondência e dizerem em poucas linhas sobre o que estavam interessadas em trocar ideias (filmes, séries, atores, atrizes). Muitas pessoas trocaram cartas nessa época, inclusive eu, e com algumas criei uma boa amizade. Mas nunca passou pela minha cabeça de um dia querer receber como "hóspede" alguma delas haha. Acho que por mais que alguém demonstre ser super legal nas coisas que escreve (seja nas cartas e principalmente nas redes sociais), não conhecemos de verdade essas pessoas, ao contrário dos amigos que conhecemos pessoalmente e com quem nos falamos "olho no olho". É preciso antes ter uma convivência, e cada um morando em seu espaço, para somente com o tempo a confiança ir surgindo.
Lily era meiga e carismática (numa boa atuação da Elise Gatien), e foi pega de surpresa com a aparição de Molly, que acabou contando "seus dramas" e sendo acolhida na casa de Lily. Por mais que Lily fosse boa e compreensiva, cometeu o grande erro de colocar dentro de casa alguém que mal conhecia. Tem até uma cena que achei o cúmulo do descuido, na qual Lily entrega as chaves de sua casa para Molly e diz "o que é meu, é seu".
A revelação final foi interessante, pois não esperava que a verdadeira Molly havia sido morta pela irmã invejosa, ou seja, quem estava ali com Lily era Beth, que tomou o lugar da irmã. O filme termina com uma cena bonita e triste de Lily indo visitar o túmulo da verdadeira Molly, a sua amiga de correspondência. [spoiler]
31/05/2026
assistivel
Remake fraquinho de "Garota solteira procura".
História forçada demais.
História forçada demais!
Achei interessante e prendeu minha atenção até o final, apesar de certas coisas serem difíceis de aceitar dentro da trama.
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Lily e Molly se correspondiam por cartas quando meninas e tempos depois passaram a se comunicar por email, e tinham a intenção de se encontrarem pessoalmente.
Mas o estranho nisso é não terem tido a curiosidade de saberem como cada uma era, seja enviando foto uma para outra, ou depois através da internet.
Na primeira metade dos anos 2000, quando nem o Orkut havia sido criado, eu me correspondi com várias pessoas de diferentes Estados do Brasil, através daquela revista de cinema chamada SET, que na última página o espaço era reservado para as pessoas deixarem seu endereço de correspondência e dizerem em poucas linhas sobre o que estavam interessadas em trocar ideias (filmes, séries, atores, atrizes).
Muitas pessoas trocaram cartas nessa época, inclusive eu, e com algumas criei uma boa amizade. Mas nunca passou pela minha cabeça de um dia querer receber como "hóspede" alguma delas haha.
Acho que por mais que alguém demonstre ser super legal nas coisas que escreve (seja nas cartas e principalmente nas redes sociais), não conhecemos de verdade essas pessoas, ao contrário dos amigos que conhecemos pessoalmente e com quem nos falamos "olho no olho". É preciso antes ter uma convivência, e cada um morando em seu espaço, para somente com o tempo a confiança ir surgindo.
Lily era meiga e carismática (numa boa atuação da Elise Gatien), e foi pega de surpresa com a aparição de Molly, que acabou contando "seus dramas" e sendo acolhida na casa de Lily. Por mais que Lily fosse boa e compreensiva, cometeu o grande erro de colocar dentro de casa alguém que mal conhecia. Tem até uma cena que achei o cúmulo do descuido, na qual Lily entrega as chaves de sua casa para Molly e diz "o que é meu, é seu".
A revelação final foi interessante, pois não esperava que a verdadeira Molly havia sido morta pela irmã invejosa, ou seja, quem estava ali com Lily era Beth, que tomou o lugar da irmã. O filme termina com uma cena bonita e triste de Lily indo visitar o túmulo da verdadeira Molly, a sua amiga de correspondência.
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