Pamela, filha de uma cantora, quer também seguir a carreira. Os problemas começam quando filha e mãe começam a disputar o papel principal de um espetáculo e também o coração do mesmo homem.
Nesse e em Irmã do Mordomo são, para mim, Deanna em seu auge de atuação, música e beleza. Enfim, o sexto filme de Deanna com pior nota no IMDB (inclusive, enquanto escrevo esta comentário vi que a nota caiu um décimo, sendo agora o quinto com pior nota, atrás de argh, Férias de Natal), algo um tanto injusto, sendo, na minha visão, um dos melhores da atriz, seja pela trama, seja pelo humor, seja pela música. É bem melhor que Por Causa Dele, por exemplo, para citar um com uma nota maior. Enfim, se nos outros filmes da atriz discorro sobre as hipóteses para as notas baixas, aqui simplesmente não tenho a menor ideia do motivo. Talvez a duração? Acho que é o filme mais longo da atriz. Sobre o filme, a proposta é divertida e bem executada. Os atores tem o timming certo, o humor de situações é bem explorado, sem perder em vista a profundidade envolvendo as decisões altruístas da protagonista. Geralmente, colocam Deanna em personagens meio egoístas e, aqui, é interessante vê-la interpretando uma pessoa que não passa por cima de tudo pelo sucesso. De todo modo, este aqui é o filme que inaugura a segunda fase da atriz, que deixa de interpretar uma adolescente serelepe, travessa e cantante e passa a interpretar uma jovem adulta em busca do sucesso, usando para isso sua bela voz, algo que duraria até Férias de Natal, quando Deanna entraria em sua terceira fase, mais focado em filmes de gêneros diversos e na comédia romântica. Enfim, o filme ainda tem esse mérito de inaugurar algo que seria lugar comum na carreira da Deanna. Além disso, esse aqui é um dos que tem as melhores canções da atriz, que canta quatro números musicais (o padrão nos filmes dela é 3). A cena de Love at Last é etérea, cheguei a me perder nela. Loch Lommond não conhecia, mas é ótima. Ave Maria não acho tão boa. E Musetta’s Waltz eu também não conhecia, mas virou minha ária preferida. Teve um remake em 1940, em que Pam agora se chama Nancy, e Nancy Goes to Rio. Acho a versão com Deanna melhor que o remake, que é muito colorido, exagerado e ainda dá uma inchada maior na história, além de colocar Carmen Miranda e toda aquela trama envolvendo América do Sul que estava na moda na época. Além disso, no remake a protagonista é menor de idade, matando qualquer dualidade no romance dela com o cara mais velho, dualidade que existia, ainda que em menor medida, em Rival Sublime. Nota: 9.2.
Comédia romântica até que meio atrevidinha (início dos anos 40), só é difícil escutar os musicais, parecem agulhas para os ouvidos, gritos finos e histeria do tipo. Mãe e filha disputando na carreira musical e no amor, interessante, acredito que o rapaz-alvo das duas tenha feito a escolha certa.
Georgina se desencantou tanto que virou até freira, haha. Não é má idéia. Porém honestamente falando, chegou a me dar certa pena da pobre coitada. Quanto a Pam Drake e o ternudão, achei tal casal mais coerente e coeso...
Nesse e em Irmã do Mordomo são, para mim, Deanna em seu auge de atuação, música e beleza.
Enfim, o sexto filme de Deanna com pior nota no IMDB (inclusive, enquanto escrevo esta comentário vi que a nota caiu um décimo, sendo agora o quinto com pior nota, atrás de argh, Férias de Natal), algo um tanto injusto, sendo, na minha visão, um dos melhores da atriz, seja pela trama, seja pelo humor, seja pela música. É bem melhor que Por Causa Dele, por exemplo, para citar um com uma nota maior.
Enfim, se nos outros filmes da atriz discorro sobre as hipóteses para as notas baixas, aqui simplesmente não tenho a menor ideia do motivo. Talvez a duração? Acho que é o filme mais longo da atriz.
Sobre o filme, a proposta é divertida e bem executada. Os atores tem o timming certo, o humor de situações é bem explorado, sem perder em vista a profundidade envolvendo as decisões altruístas da protagonista. Geralmente, colocam Deanna em personagens meio egoístas e, aqui, é interessante vê-la interpretando uma pessoa que não passa por cima de tudo pelo sucesso. De todo modo, este aqui é o filme que inaugura a segunda fase da atriz, que deixa de interpretar uma adolescente serelepe, travessa e cantante e passa a interpretar uma jovem adulta em busca do sucesso, usando para isso sua bela voz, algo que duraria até Férias de Natal, quando Deanna entraria em sua terceira fase, mais focado em filmes de gêneros diversos e na comédia romântica.
Enfim, o filme ainda tem esse mérito de inaugurar algo que seria lugar comum na carreira da Deanna. Além disso, esse aqui é um dos que tem as melhores canções da atriz, que canta quatro números musicais (o padrão nos filmes dela é 3). A cena de Love at Last é etérea, cheguei a me perder nela. Loch Lommond não conhecia, mas é ótima. Ave Maria não acho tão boa. E Musetta’s Waltz eu também não conhecia, mas virou minha ária preferida.
Teve um remake em 1940, em que Pam agora se chama Nancy, e Nancy Goes to Rio. Acho a versão com Deanna melhor que o remake, que é muito colorido, exagerado e ainda dá uma inchada maior na história, além de colocar Carmen Miranda e toda aquela trama envolvendo América do Sul que estava na moda na época. Além disso, no remake a protagonista é menor de idade, matando qualquer dualidade no romance dela com o cara mais velho, dualidade que existia, ainda que em menor medida, em Rival Sublime.
Nota: 9.2.
Comédia romântica até que meio atrevidinha (início dos anos 40), só é difícil escutar os musicais, parecem agulhas para os ouvidos, gritos finos e histeria do tipo. Mãe e filha disputando na carreira musical e no amor, interessante, acredito que o rapaz-alvo das duas tenha feito a escolha certa.
Georgina se desencantou tanto que virou até freira, haha. Não é má idéia.
Porém honestamente falando, chegou a me dar certa pena da pobre coitada.
Quanto a Pam Drake e o ternudão, achei tal casal mais coerente e coeso...