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Data de lançamento
26 Set. 1941Duração
Johnny vai visitar seu pai, um milionário moribundo. Seu pai pede para que o filho lhe apresente sua noiva. Johnny parte em busca dela, mas não a encontra. Desesperado, encontra uma vendedora de chapéus, e pede que ela finja ser sua noiva em troca de dinheiro. Assim Anne é apresentada ao "sogro". O inesperado acontece, e o velho se recupera da doença. Ele pede para rever a garota. E agora, o que Johnny fará?
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Embora não seja meu preferido da atriz, esse é o filme da Deanna com a maior nota no IMDB. E o motivo é que a comédia realmente funciona, naquelas criações de humor de situações e enganos típicas da época. Também acredito que seja pela enorme química entre a atriz e o ator Charles Laughton (ótimo ator, diga-se de passagem), química esta que sobrepõe até mesmo a de Deanna com o co-protagonista. Revendo agora, sinceramente, torci para Deanna terminar casando com o personagem do Charles, abandonei preconceitos de idade, os dois possuiam muito mais qúimica e deviam ter ficado juntos kkkkk. Fora que o co-protagonista é bem sem graça. Inclusive, o triângulo amoroso dele, Deanna, e a verdadeira esposa é um ponto interessante, pois foge do convencional em colocar a opositora de Deanna como uma megera, o que funcionaria como solução fácil.
Enfim, como sempre esperamos dos filmes da Deanna, temos boas músicas (embora nenhuma canção de ópera) e boa comédia, apesar de eu achar o final um pouco abrupto.
Nota: 8.8.
Comédia romântica musical em preto e branco da Universal Pictures indicado ao Oscar de melhor trilha sonora original. O 1° filme americano a passar em Paris depois que a cidade foi libertada dos nazistas em 1944. Houve uma refilmagem: Com qual dos dois? (64), além de outra versão alemã: Oh Jonathan, oh Jonathan! (73).
Enquanto fazia esse filme na Universal, Robert Cummings (1910-1990) também fazia o drama Em cada coração um pecado (42) na Warner Bros., então ele corria de um estúdio para o outro para interpretar dois tipos de papéis completamente diferentes. A parceria de cinco anos com a canadense Deanna Durbin (1921-2013), o produtor austro-húngaro Joe Pasternak (1901-1991) e o diretor alemão Henry Koster (1905-1988) terminou após este filme.
Comédia agradável de um tipo que não se faz mais (provavelmente devido à falta de atores que possam fazer esse tipo de coisa). O britânico Charles Laughton (1899-1962) 'rouba' em todas as cenas que aparece. O grande intérprete mais uma vez provou suas habilidades como Jonathan Reynolds, dando uma atuação deliciosa e oportuna como um milionário mal-humorado que sucumbe aos encantos femininos de Anne Terry. A linda e graciosa Deanna Durbin canta 4 músicas (uma delas no piano). Robert Cummings atuou em Sabotador (42) e Disque M para matar (54), ambos de Hitchcock.
Divertida e inspirada comédia. Charles Laughton como sempre surpreende com o seu trabalho de atuação e Deanna Durbin está encantadora e ainda canta divinamente em algumas sequências. A única coisa que senti falta no filme, aliás, foi de ver Deanna cantando mais.
EXTREMAMENTE DIVERTIDO! Logo no inicio, o filme da aquela pegada típica que acontece quando não queremos perder nada do filme. Acredito que naquela época, as comédias tinham um reconhecimento maior do que acontece hoje, aliás, hoje em dia não se faz mais comédias desse tipo. A atuação de Deanna Durbin (1921-2013) tanto como seu desempenho de sua personagem quanto nas músicas que ela canta durante o filme é deslumbrante! "Raio de Sol" é aquele filme que é pra ver e rever quantas vezes for possível.
Filme leve e divertido!
Com boas atuações e personagens cativantes!
Charles Laughton estava ótimo.. Simplesmente amei ver Mr Reynolds e suas travessuras! O filme acabou e eu queria mais..