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Sinopse
Todas as noites, uma menina, um menino e um velho projecionista se encontram em um pequeno cinema que parece abandonado, mas cheio de encantamentos. Os três amigos inventam, desenham, se disfarçam e tornam-se heróis de contos maravilhosos.
Michel Ocelot segue sendo um dos contadores de histórias mais interessantes do cinema de animações. Aqui, não só volta a mergulhar no minimalismo estético fabuloso que tornou-se sua marca, como também adota diferentes cenários e matrizes culturais para, por meio de adaptações e subversões, tecer uma sequência de contos mágicos, muito bonitos e originais. Só me faltou mesmo um pouco mais de cuidado no pano de fundo que interliga as quatro histórias, constituindo as partes menos harmônicas do filme.
Belíssimo exemplar animado contemporâneo, que atualiza de maneira graciosa contos de fada orientais milenares.
Não curti muito o trecho contemporâneo, metalingüístico, dos próprios desenhistas discutindo entre si (risos), mas os contos são maravilhosos: o primeiro é uma exortação valiosa sobre o enfrentamento do medo em direção à beleza (uma evocação peculiar do mito platônico da caverna); o segundo é divertido e positivamente previsível (parece extraído diretamente de "As Mil e uma Noites"); o terceiro é menos interessante, mas valioso enquanto lição de moral sobre amizade; e o derradeiro, que intitula o filme, é uma verdadeira obra-prima. Minha mãe ficou deslumbrada e eu emocionado:lindo! (WPC>)
Tipo diferente (para mim) de animação. Fiquei curioso por mais obras do diretor.
Michel Ocelot segue sendo um dos contadores de histórias mais interessantes do cinema de animações. Aqui, não só volta a mergulhar no minimalismo estético fabuloso que tornou-se sua marca, como também adota diferentes cenários e matrizes culturais para, por meio de adaptações e subversões, tecer uma sequência de contos mágicos, muito bonitos e originais. Só me faltou mesmo um pouco mais de cuidado no pano de fundo que interliga as quatro histórias, constituindo as partes menos harmônicas do filme.
Belíssimo exemplar animado contemporâneo, que atualiza de maneira graciosa contos de fada orientais milenares.
Não curti muito o trecho contemporâneo, metalingüístico, dos próprios desenhistas discutindo entre si (risos), mas os contos são maravilhosos: o primeiro é uma exortação valiosa sobre o enfrentamento do medo em direção à beleza (uma evocação peculiar do mito platônico da caverna); o segundo é divertido e positivamente previsível (parece extraído diretamente de "As Mil e uma Noites"); o terceiro é menos interessante, mas valioso enquanto lição de moral sobre amizade; e o derradeiro, que intitula o filme, é uma verdadeira obra-prima. Minha mãe ficou deslumbrada e eu emocionado:lindo! (WPC>)