Um assassino serial está matando mulheres no distrito de Whitechapel em Londres. Um policial americano chega a Londres para ajudar a Scotland Yard a resolver o caso.
A direção de arte, com o "fog " eterno, filmado em P & B, dão o clima de suspense. O excesso de drama e a vulgarização do assassino diminuem o impacto da caça ao 'Jack'. Interessante a morte no buraco do elevador. Uma lufada gélida de criatividade nos complementos da trama. Uma estrela pra cada : "fog" e morte do "Jack".
Produzida e dirigida por Monty Berman e Robert S. Baker (os mesmos que ajudaram a levar O Santo para o cinema e a TV), essa versão de 1959 de Jack, o Estripador, baseia-se na teoria de Leonard Matters de que o assassino era um médico com sede de vingança. Os cenários são adequados para mostrar a Whitechapel da Londres de 1888 e a atmosfera vitoriana é razoavelmente bem mostrada.
O filme basicamente usa o caso de Jack, o Estripador, como desculpa para um enigma. A identidade de Jack é muito fácil de adivinhar (não há suspeitos suficientes!), mas o motivo dos assassinatos demora um pouco mais para ser descoberto.
No geral, esse filme foi bem decente, mas decepcionante.
A história é boa apesar de dispersar em histórias paralelas sem muito sucesso. O estripador fica em segundo plano. A história toma ação nos últimos 20 minutos e a sequência é ótima. Só não gostei da trilha sonora... muito exagerada. Tão exagerada que me remeteu a filmes de ação e eu ficava esperando o Batman ou outro super herói aparecer nos momentos ápice da trilha.
Produção inglesa em preto e branco que é vagamente baseada na teoria do jornalista australiano Leonard Matters (1881-1951) de que Jack, o Estripador, era um médico vingador. Ele continua sendo o assassino não identificado de provavelmente 5 e, possivelmente, até 8 prostitutas que viveram ou trabalharam no East End de Londres, em 1888, e que nunca foram resolvidos. Seja a identidade deste filme ou de outros similares sobre este serial killer, sempre foram meras suposições sobre o possível criminoso.
Dentre as dezenas de versões para o cinema e TV de várias nacionalidades, eis algumas feitas após este filme: o inglês Névoas do terror (65), a co-produção hispano-anglo-italiana Jack el destripador de Londres (72), a co-produção hispano-germânica-suíça, Jack the Ripper (76), a co-produção anglo-canadense Assassinato por decreto (79), o australiano O Estripador (97) e o americano Do inferno (01).
A direção de arte, com o "fog " eterno, filmado em P & B, dão o clima de suspense. O excesso de drama e a vulgarização do assassino diminuem o impacto da caça ao 'Jack'. Interessante a morte no buraco do elevador. Uma lufada gélida de criatividade nos complementos da trama. Uma estrela pra cada : "fog" e morte do "Jack".
Produzida e dirigida por Monty Berman e Robert S. Baker (os mesmos que ajudaram a levar O Santo para o cinema e a TV), essa versão de 1959 de Jack, o Estripador, baseia-se na teoria de Leonard Matters de que o assassino era um médico com sede de vingança. Os cenários são adequados para mostrar a Whitechapel da Londres de 1888 e a atmosfera vitoriana é razoavelmente bem mostrada.
O filme basicamente usa o caso de Jack, o Estripador, como desculpa para um enigma. A identidade de Jack é muito fácil de adivinhar (não há suspeitos suficientes!), mas o motivo dos assassinatos demora um pouco mais para ser descoberto.
No geral, esse filme foi bem decente, mas decepcionante.
Visto em 06/02/2023.
Fraco, mas competente.
A história é boa apesar de dispersar em histórias paralelas sem muito sucesso. O estripador fica em segundo plano. A história toma ação nos últimos 20 minutos e a sequência é ótima. Só não gostei da trilha sonora... muito exagerada. Tão exagerada que me remeteu a filmes de ação e eu ficava esperando o Batman ou outro super herói aparecer nos momentos ápice da trilha.
Produção inglesa em preto e branco que é vagamente baseada na teoria do jornalista australiano Leonard Matters (1881-1951) de que Jack, o Estripador, era um médico vingador. Ele continua sendo o assassino não identificado de provavelmente 5 e, possivelmente, até 8 prostitutas que viveram ou trabalharam no East End de Londres, em 1888, e que nunca foram resolvidos. Seja a identidade deste filme ou de outros similares sobre este serial killer, sempre foram meras suposições sobre o possível criminoso.
Dentre as dezenas de versões para o cinema e TV de várias nacionalidades, eis algumas feitas após este filme: o inglês Névoas do terror (65), a co-produção hispano-anglo-italiana Jack el destripador de Londres (72), a co-produção hispano-germânica-suíça, Jack the Ripper (76), a co-produção anglo-canadense Assassinato por decreto (79), o australiano O Estripador (97) e o americano Do inferno (01).
Dependendo da versão completa sobre este filme, há cenas de mulheres dançarinas semi-nuas, algo ousado para a época.