A gueto judia no leste da Europa, 1944. Por coincidência, Jakob Heym escuta em uma transmissão de rádio alemã anunciando o exército que soviético está fazendo lentamente um progresso constante em direção à Europa central.
Co-produção da Alemanha Oriental e Tchecoslováquia em cores indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro, representando a Alemanha Oriental na cerimônia - o vencedor do ano foi o marfinense Preto e Branco em Cores (76); no Festival Internacional de Cinema de Berlim, foi nomeado em 3 categorias: Urso de Ouro de melhor filme, e vencendo o Urso de Prata de melhor ator, Vlastimil Brodský (1920-2002), e o Prêmio Interfilm - Recomendação. Também conhecido como "Jacob, o mentiroso", o filme foi baseado no romance homônimo de 1969 do polonês Jurek Becker (1937-1997).
Houve uma refilmagem: Um sinal de esperança (99). O roteiro original foi rejeitado pela produtora da Alemanha Oriental, a DEFA. O autor Jurek Becker publicou-o como um romance, que se tornou um enorme sucesso, levando a DEFA a reconsiderar. Armin Mueller-Stahl, que interpreta Roman Stahm, interpretou o Dr. Kirschbaum (o Professor) no remake americano Um sinal de esperança (99). Este foi o único filme da Alemanha Oriental a receber uma indicação ao Oscar de filme estrangeiro. O ator principal, o tcheco Vlastimil Brodský, atuou em mais de 200 filmes em sua carreira.
Embora as limitações no estilo cinematográfico sejam óbvias, o universo sombrio filmado em ocre/amarelo combinou bem com a planaridade da realidade no gueto. Evitando excessos dramáticos (e manipulações melodramáticas), embora não totalmente isentos de sentimentalismo, captou, de forma comovente, o brilho da esperança numa situação sem opções. Este belo drama de guerra policial é uma obra sólida, muitas vezes comovente, que foi justamente premiada em diversos festivais.
Única indicação ao Oscar da Alemanha Oriental. O que só foi possível, é claro, pela temática do filme, já que os judeus (sionistas) que mandam e desmandam em Roliúde são obcecados por premiar exaustivamente filmes sobre o nazismo e o holocausto. "Jakob, o Mentiroso" até dá um caldo. Fez sucesso dentro e fora do país, levando o cinema produzido da Alemanha socialista ao conhecimento do mundo.
O ator tcheco Vlastimil Brodský (de "Trens Estreitamente Vigiados", outro que recebeu indicação ao Oscar - e ganhou - também sobre a Segunda Guerra Mundial) não é um gênio, mas segura bem as pontas. Tem ainda a participação pequena de um quase irreconhecível Armin Mueller-Stahl (o velho de "O Terceiro Milagre" e "Shine") em começo de carreira.
O roteiro foi inicialmente pensado pra virar filme uns 10 anos antes de efetivamente sê-lo, porém foi interrompido e acabou sendo continuado de outra forma, lançado como livro em 1972. Depois de publicado sob forma literária, obtendo êxito comercial, o projeto pra virar filme foi retomado. Ganhou também uma versão estadunidense em 1999 com Robin Williams.
Co-produção da Alemanha Oriental e Tchecoslováquia em cores indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro, representando a Alemanha Oriental na cerimônia - o vencedor do ano foi o marfinense Preto e Branco em Cores (76); no Festival Internacional de Cinema de Berlim, foi nomeado em 3 categorias: Urso de Ouro de melhor filme, e vencendo o Urso de Prata de melhor ator, Vlastimil Brodský (1920-2002), e o Prêmio Interfilm - Recomendação. Também conhecido como "Jacob, o mentiroso", o filme foi baseado no romance homônimo de 1969 do polonês Jurek Becker (1937-1997).
Houve uma refilmagem: Um sinal de esperança (99). O roteiro original foi rejeitado pela produtora da Alemanha Oriental, a DEFA. O autor Jurek Becker publicou-o como um romance, que se tornou um enorme sucesso, levando a DEFA a reconsiderar. Armin Mueller-Stahl, que interpreta Roman Stahm, interpretou o Dr. Kirschbaum (o Professor) no remake americano Um sinal de esperança (99). Este foi o único filme da Alemanha Oriental a receber uma indicação ao Oscar de filme estrangeiro. O ator principal, o tcheco Vlastimil Brodský, atuou em mais de 200 filmes em sua carreira.
Embora as limitações no estilo cinematográfico sejam óbvias, o universo sombrio filmado em ocre/amarelo combinou bem com a planaridade da realidade no gueto. Evitando excessos dramáticos (e manipulações melodramáticas), embora não totalmente isentos de sentimentalismo, captou, de forma comovente, o brilho da esperança numa situação sem opções. Este belo drama de guerra policial é uma obra sólida, muitas vezes comovente, que foi justamente premiada em diversos festivais.
Única indicação ao Oscar da Alemanha Oriental. O que só foi possível, é claro, pela temática do filme, já que os judeus (sionistas) que mandam e desmandam em Roliúde são obcecados por premiar exaustivamente filmes sobre o nazismo e o holocausto. "Jakob, o Mentiroso" até dá um caldo. Fez sucesso dentro e fora do país, levando o cinema produzido da Alemanha socialista ao conhecimento do mundo.
O ator tcheco Vlastimil Brodský (de "Trens Estreitamente Vigiados", outro que recebeu indicação ao Oscar - e ganhou - também sobre a Segunda Guerra Mundial) não é um gênio, mas segura bem as pontas. Tem ainda a participação pequena de um quase irreconhecível Armin Mueller-Stahl (o velho de "O Terceiro Milagre" e "Shine") em começo de carreira.
O roteiro foi inicialmente pensado pra virar filme uns 10 anos antes de efetivamente sê-lo, porém foi interrompido e acabou sendo continuado de outra forma, lançado como livro em 1972. Depois de publicado sob forma literária, obtendo êxito comercial, o projeto pra virar filme foi retomado. Ganhou também uma versão estadunidense em 1999 com Robin Williams.