Uma espécie de documentário sobre as pessoas conhecidas por terem caído para fora das janelas em um determinado período de tempo em uma determinada localização geográfica. Um dos primeiros curtas-metragens de Greenaway.
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
Por meio de janelas vemos o mundo, enquanto um narrador nos apresenta acuradas estatísticas sobre pessoas que morreram a partir de janelas no condado de W. Suicícios por amor, quedas, assassinados, todas variantes entram na análises destes dados que dão uma irônica seriedade e pomp por um objeto do cotidiano, que nos mostra o mundo, que nos traz o mundo. Irônico. Mas fascina.
Talvez eu tenha rido disso mais do que deveria
Peter Greenaway pensa num objeto, e a partir disso talvez tenha uma ideia em torno dele, consegue desdobrar e desenvolver uma temática sobre este objeto, numa desenvoltura bem elegante mas que não deixa de ser engraçada, e soa por vezes quase que absurda, mas não deixa de carecer de fatos, e em torno destes fatos será recortado algo para fazer uma análise quase que científica, tentando classificar, desvendar, considerar suposições, etc. Muito interessante porque ele, como um artista, brinca com o próprio conhecimento humano e com a arte.
Intrigada como esses
planos apenas do lado de dentro das casas
Um Greenaway seminal, e já genial... Simples e complexo e enumerativo e graciosamente musicado como ele sabe ser... e levará ao extremos nos longas-metragens posteriores... Uma fofura, uma bela janela para a sua obra e para o mundo maravilhoso e repleto de acidentes para o qual ela se abre! (WPC>)