Na bizarra cidade de Beeftown, num universo fantástico repleto de política sexual, grupos de direitos dos homens e girl power à moda antiga, assistimos a um conto de tragédia.
Curta # 9 - Jazzberry - EUA - 2020 - visto no dia 27.07.20 Gostei do curta. Fala do empoderamento feminino, sexual e a liberdade sexual naquele local. Gostei da produção, da trilha sonora, da animação de qualidade. Porém o roteiro não funcionam tão bem, tem muita coisa bem clichê e previsível na concepção dos personagens, na história. O vilão, seu universo é mal explorado, caricato. Além do pensamento do homem 'ideal', o seu corpo é visão ideal de acordo com a protagonista. Respeito a visão dela, mas acho limitado. Mas é a visão de muitas mulheres na realidade. Aqui a mulher fatal, poderosa. Legal o curta principalmente visualmente tbm citando, já roteiro superficial e com coisas sem explicação,com furos. Nota: 6,5
Os trechos animados são muito bons; a canção-tema, idem. Mas há algo de precipitado no alegado feminismo do filme: seu empoderamento combativo tende à legitimação de estereótipos gustativos, em razão da verve maniqueísta do roteiro, que não é refutada após o embate com o caricato vilão. Para piorar, os machos consumidos pela protagonista atendem sempre a uma mesma composição muscular, aceita como "ideal", no sentido de que o não atendimento deste apanágio faz com que os corvos surjam. Incomodei-me muito com isso. Achei o filme discursivamente inorgânico. Divertido, sim, mas equivocado em sua celeridade opositiva! (WPC>)
Curta # 9 - Jazzberry - EUA - 2020 - visto no dia 27.07.20
Gostei do curta. Fala do empoderamento feminino, sexual e a liberdade sexual naquele local. Gostei da produção, da trilha sonora, da animação de qualidade. Porém o roteiro não funcionam tão bem, tem muita coisa bem clichê e previsível na concepção dos personagens, na história. O vilão, seu universo é mal explorado, caricato. Além do pensamento do homem 'ideal', o seu corpo é visão ideal de acordo com a protagonista. Respeito a visão dela, mas acho limitado. Mas é a visão de muitas mulheres na realidade. Aqui a mulher fatal, poderosa. Legal o curta principalmente visualmente tbm citando, já roteiro superficial e com coisas sem explicação,com furos.
Nota: 6,5
diferentão, amei
Os trechos animados são muito bons; a canção-tema, idem. Mas há algo de precipitado no alegado feminismo do filme: seu empoderamento combativo tende à legitimação de estereótipos gustativos, em razão da verve maniqueísta do roteiro, que não é refutada após o embate com o caricato vilão. Para piorar, os machos consumidos pela protagonista atendem sempre a uma mesma composição muscular, aceita como "ideal", no sentido de que o não atendimento deste apanágio faz com que os corvos surjam. Incomodei-me muito com isso. Achei o filme discursivamente inorgânico. Divertido, sim, mas equivocado em sua celeridade opositiva! (WPC>)