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Mina é uma jovem mãe solteira que vive em Oslo e passa parte da semana com Felix, seu filho de 6 anos. Ela tem dupla nacionalidade, norueguesa e paquistanesa, e uma relação conturbada com sua família. Mina está constantemente procurando por amor e tem relações com diversos homens, mas nenhum de seus relacionamentos traz qualquer esperança de durar por muito tempo. Melhor Filme e Melhor Atriz (Amrita Acharia) no 3º Festival Internacional de Cinema de Brasília (BIFF).
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Difícil encontrar para assistir e nem é antigo.
JEG ER DIN em português >> Eu sou sua
Assisti em 06/12/2018 na MOSTRA DE CINEMA NORUEGUESA DO CCBB SP.
Mina é uma jovem mãe solteira vivendo em Oslo com seu filho de 6 anos, Felix. Ela é uma paquistanesa-norueguesa que tem um relacionamento problemático com sua família. Mina está constantemente à procura de amor e tem relações com diferentes homens, porém, nenhum dos relacionamentos tem alguma esperança de durar por muito tempo. Então, quando Mina conhece Jesper, um diretor de cinema sueco, ela se apaixona desesperadamente por ele,
mas ele não deseja contato com nenhuma criança.
#umfilmepordia2018
https://filmow.com/listas/um-filme-por-dia-em-2018-l128143/
Ótimo filme, com uma história melancólica sobre uma mulher à procura de amor, numa sociedade machista e fria e sua dificuldade em encontrá-lo. Não há como não se colocar na pele desta excelente personagem, interpretada com absoluta entrega por esta maravilhosa atriz.
Surpreendi-me com a sociedade indiana que tem a imagem de ser liberal afinal de lá vem dentre outras, a cultura do Narguille, culto a natureza, Kama Sutra, etc
Excelente filme, mas diferente dos comentários abaixo, acredito que ele passa uma mensagem dúbia:
Por um lado, mostra o machismo de um sociedade enraizada em seus costumes.
Por outro lado, ela por fazer o que quer e não escolhendo uma família como fez o seu ex, ela ficava a mercê dos outros. Ela só era solicitada pelos seus “ficantes” quando bem entendiam e tinham vontade dela. Ela foi ignorada várias vezes pelos seus “machos” afinal não havia compromisso algum.
Tem uma cena em que ela sobe do prédio e vê na fresta da porta, uma velhinha solitária, pobre e sozinha. Essa imagem seria dela no futuro. Ela vê, para, reflete um momento e continua indo para casa. Ou seja, ela não se importava com seu futuro.
Em suma, o filme defende a liberdade de escolha, mas defini também as consequências de escolha insensata.
Amei o filme, de uma tristeza cortante, denunciando o machismo de uma sociedade.