Comédia dramática da Joseph M. Schenck Productions e United Artists que foi baseada no romance de 1968 "Hein", de Roger L. Simon. Este foi um dos muitos filmes do início da década de 70 que tratavam do vício após a explosão do uso recreativo de drogas na década de 60. As filmagens aconteceram em Veneza, Vêneto, na Itália, e em Nova York, EUA.
Estréia no cinema de Barry Bostwick. Os créditos iniciais são mostrados em fotos aparentemente não relacionadas de imigrantes chegando à América, por volta de 1890. A versão original entregue à United Artists era mais longa, apresentando Kim Hunter no papel da mãe de Jennifer. Esse corte foi considerado muito artístico (desastroso aos olhos dos barões do estúdio), então o filme foi cortado novamente para 90 minutos. O papel de Hunter foi eliminado.
Marcus, um garoto judeu rico e simpático da cidade de Nova York, conhece e se apaixona por Jennifer, uma garota de Oyster Bay, enquanto os dois estão em Veneza. Ele a segue até sua casa em Long Island e, por fim, até o topo de um arranha-céu em New Jersey Palisades, onde começa uma reminiscência romântica, em longos flashbacks, que acaba levando à tragédia.
Na verdade, eu não veria este filme não fosse pela curiosidade de ter vasculhado algum filme que faltava do Robert De Niro, aqui em seu 9° filme em início de carreira, atuando em menos de 5 minutos como motorista de táxi cigano, Mardigian. A bela Tippy Walker não teve carreira relevante no cinema, mas estreou em O mundo de Henry Orient (64), ao lado de Peter Sellers.
Eu gostei bastante da ideia que se propôs este filme, em mostrar o desespero de um rapaz ao descobrir que sua namorada morreu de overdose em seus braços. A partir daí vira um grande desafio de esconder seu corpo. Mas sua paixão pela jovem durante o filme sempre volta em formas de flashbacks, resgatando a memoria da jovem. Infelizmente é um filme de baixa produção/excussão que desenvolveu sob um roteiro com muito potencial.
Comédia dramática da Joseph M. Schenck Productions e United Artists que foi baseada no romance de 1968 "Hein", de Roger L. Simon. Este foi um dos muitos filmes do início da década de 70 que tratavam do vício após a explosão do uso recreativo de drogas na década de 60. As filmagens aconteceram em Veneza, Vêneto, na Itália, e em Nova York, EUA.
Estréia no cinema de Barry Bostwick. Os créditos iniciais são mostrados em fotos aparentemente não relacionadas de imigrantes chegando à América, por volta de 1890. A versão original entregue à United Artists era mais longa, apresentando Kim Hunter no papel da mãe de Jennifer. Esse corte foi considerado muito artístico (desastroso aos olhos dos barões do estúdio), então o filme foi cortado novamente para 90 minutos. O papel de Hunter foi eliminado.
Marcus, um garoto judeu rico e simpático da cidade de Nova York, conhece e se apaixona por Jennifer, uma garota de Oyster Bay, enquanto os dois estão em Veneza. Ele a segue até sua casa em Long Island e, por fim, até o topo de um arranha-céu em New Jersey Palisades, onde começa uma reminiscência romântica, em longos flashbacks, que acaba levando à tragédia.
Eu gostei bastante da ideia que se propôs este filme, em mostrar o desespero de um rapaz ao descobrir que sua namorada morreu de overdose em seus braços. A partir daí vira um grande desafio de esconder seu corpo. Mas sua paixão pela jovem durante o filme sempre volta em formas de flashbacks, resgatando a memoria da jovem.
Infelizmente é um filme de baixa produção/excussão que desenvolveu sob um roteiro com muito potencial.