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Uma versão zumbi de Esquadrão Suicida??? Sim!!! kkkkkk
Olha, não é um filme ruim, mas cai nos mesmos artifícios baratos que já estamos acostumados em filmes do gênero. Eu esperava que o filme se levasse um pouco mais a sério, que os personagens tivessem uma história e conexão mais forte.
Esteticamente lembra um pouco Evil Dead, com o uso de equipamentos e armas criativas para matar zombies. Mas essa fantasia causa um contraste muito estranho com as tramas reais que o filme tenta desenvolver, como por exemplo do pai e da filha que se afastaram após um acontecimento especifico. O filme inventa as desculpas mais cabulosas pra tentar criar uma conexão entre os dois personagens, e passa a se levar muito a sério.
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Bons filmes!
Equipe Filmow
Ao falar deste filme, geralmente se fala sobre as diversas polemicas envolvidas. Mas eu não vou entrar nesta questão por falta de conhecimento histórico sobre o tema, no caso sobre o período do Regime Militar que se passa o filme.
Falando sobre o filme em si: é um longa com uma boa produção, um ótimo elenco, que remonta parte da história de um guerrilheiro urbano chamado Carlos Marighella. A personagem aqui possui uma obstinação por justiça, ao ponto de tentar promover uma luta armada contra o regime.
Este senso de perigo, de que a qualquer momento a personagem pode ser pego e morto, é o que sustenta narrativamente a trama. Mas só sentimos está preocupação pois estamos partindo da perspectiva do próprio personagem, o que seria diferente, se fosse através da visão dos seus inimigos.
O que eu digo parece coisa obvia, mas é fundamental para decidir no filme quem é o vilão e quem é o herói. A narrativa em um filme tem este poder de te convencer através do romantismo de que o inimigo é o outro.
Mas novamente, não estou fazendo juízo de valor sobre a personagem, estou apenas elucidando o poder da narrativa.