Cruella

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Cruella (2021)
Cruella
Média do filme: 4.0 de 5 — baseado em 12527 votos
MÉDIAFILMOW
4.0
12527 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Craig Gillespie
Data de lançamento 28 Maio 2021 Outras datas
Duração 134 min (2h14)
Classificação indicativa de Cruella: 12 - Não recomendado para menores de 12 anos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

28 Maio 2021

Duração

134 minutos Classificação indicativa de Cruella: 12 - Não recomendado para menores de 12 anos
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Sinopse

Durante a revolução punk rock em Londres na década de 1970, a inteligente, criativa e determinada Estella quer fazer um nome para si através de seus designs e acaba chamando a atenção da Baronesa Von Hellman. Entretanto, o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que fazem com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella, uma pessoa má, elegante e voltada para a vingança.

Elenco

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Dom de Iludir | Trailer oficial

Dom de Iludir (1ª Temporada)

Comentários 0
amigos querem ver
welll_azevedo
Well Azevedo
1 mês atrás

Que filme bem feito e divertido, né? Emma Stone fez um ótimo trabalho trazendo dualidade pra personagem que parecia impossível de amar. Emma Thompson é um ótimo contraponto como a Condessa, gosto especialmente de como ela traz presença para a cena e de como ela evita cair no mesmo lugar da Miranda Pressly de Meryl Streep, o que teria sido um deslize fácil aqui.
Os figurinos vencedores do Oscar, bem como cabelos e maquiagem, realmente merecem todos os elogios, pois são incríveis. A trilha sonora e a edição/montagem também me chamaram atenção, pois também enchem a tela e constroem a identidade do filme com um capricho diferenciado para live actions da Disney. O elenco de apoio é adorável, amei os doguinhos. O diretor Craig Gillespie faz uma ótima coordenação de todos os elementos técnicos e artísticos, como um bom maestro. Gostosura de filme.

vini_monteiro
Vinicius Monteiro
4 meses atrás

Quando a Disney anunciou um filme de origem para uma de suas vilãs mais icônicas, a dúvida pairou no ar: como humanizar a mulher cuja maior ambição era transformar filhotes de dálmatas em casacos? A resposta veio em forma de uma revolução punk-rock londrina, embalada por figurinos deslumbrantes e uma atitude subversiva. Cruella promete um banquete visual e uma quebra nas fórmulas tradicionais do estúdio, mas será que tanto estilo é o suficiente para sustentar uma história que tenta transformar um monstro em uma anti-heroína incompreendida? Prepare-se para mergulhar nos bastidores fashionistas dessa vilã, onde o brilho inegável da produção tenta, a todo custo, esconder algumas costuras soltas no roteiro.

Na minha leitura da obra, o grande pilar de Cruella atende por dois nomes: Emma Stone e Emma Thompson. A esmagadora maioria dos elogios que o filme recebe é direcionada, de forma justíssima, à dinâmica entre essas duas atrizes. Percebe-se aqui uma influência nítida da energia rebelde e caótica da Arlequina de Margot Robbie (em Esquadrão Suicida) incrustada na Cruella de Stone, somada ao esqueleto narrativo e hierárquico de O Diabo Veste Prada. Emma Stone consegue a façanha de conferir uma identidade própria a esse caldeirão de influências, com uma entrega total que quase nos faz esquecer a sombra da lendária caracterização de Glenn Close nos anos 90. Do outro lado, Emma Thompson entrega uma Baronesa irônica, fria e absolutamente magnética. Quando as duas estão em cena, o filme atinge seu ápice.

Como crítico, sinto que a obra abandona qualquer pretensão de ser excessivamente dramática em prol de uma catarse visual sem precedentes. O design de produção e os figurinos são, de longe, o ponto mais irretocável do longa. O visual punk-rock da Londres dos anos 70 não é apenas um pano de fundo, mas um espetáculo que dita a narrativa. É revigorante e até surpreendente ver a Disney arriscar um tom mais sombrio, maduro e cheio de estilo. Esse "lado avesso" das amarras corporativas do estúdio resulta em figurinos explosivos e numa maquiagem que conta a história da transição psicológica da personagem antes mesmo que ela diga uma palavra.

Em meio ao furacão que é o embate entre as duas Emmas, o elenco de apoio luta para manter seu espaço. A dupla de vigaristas Jasper (Joel Fry) e Horace (Paul Walter Hauser) traz coração e um humor físico dinâmico que remete às animações clássicas, funcionando surpreendentemente como a bússola moral de Estella ao longo da trama. Eles são adições genuinamente divertidas e bem-vindas. No entanto, outros talentos de peso, como Mark Strong (no papel do enigmático mordomo John) e o carismático Artie (John McCrea), acabam ofuscados. Eles orbitam a protagonista de forma essencialmente utilitária, servindo muito mais como engrenagens pontuais para fazer a história avançar do que como figuras desenvolvidas e tridimensionais.

A curadoria musical é recheada de clássicos absolutos do rock e pop das décadas de 60 e 70, como The Rolling Stones, Queen e The Doors. Por um lado, essa trilha injeta um combustível inegável nas cenas de transição e nos momentos de "assalto" e moda. No entanto, observando a montagem e o ritmo, percebo que a inserção constante dessas músicas beira o excesso. O filme, por vezes, confunde linguagem cinematográfica com linguagem de videoclipe. A música deixa de ser um complemento emocional para se tornar uma muleta narrativa, tocando incessantemente e não permitindo que a história respire no silêncio que certas cenas dramáticas exigiriam.

Analisando a linguagem cinematográfica, Craig Gillespie acerta ao importar a câmera irrequieta e os movimentos ágeis que já havia utilizado com sucesso em Eu, Tonya. Há uma energia propositalmente cartunesca na forma como a ação é filmada — com planos-sequência virtuais, zooms rápidos e transições criativas — que combina perfeitamente com a proposta extravagante e um pouco absurda do mundo da alta-costura. Esse dinamismo na direção ajuda a ditar a energia das cenas e mascarar as convenções batidas da história, mantendo o espectador visualmente estimulado mesmo quando a trama decide andar em círculos.

Um ponto que inegavelmente divide águas nesta obra é a própria "higienização" da personagem-título. O roteiro se esforça exaustivamente para criar uma justificativa trágica para as atitudes de Cruella, o que acaba diluindo a essência sádica que a tornou famosa. Em vez da figura perversa e ameaçadora da animação original, temos uma jovem revolucionária e incompreendida, lutando contra um "sistema" corporativo. Se, por um lado, essa roupagem de anti-heroína engaja o espectador moderno e nos faz torcer ativamente por ela, por outro lado, soa como um passo extremamente seguro e cauteloso da Disney. Fica evidente um certo medo do estúdio de abraçar e retratar a verdadeira vilania em sua forma pura.

É aqui que o brilho do vestido começa a mostrar seus fios soltos. Com cerca de 2 horas e 14 minutos, Cruella é indiscutivelmente longo demais. Qualquer espectador atento sentirá o ritmo despencar no segundo ato. A história ganharia muito mais força e urgência se passasse por um corte refinado na ilha de edição, enxugando uns bons 20 a 30 minutos de repetições. Além disso, por baixo de todo o visual arrojado, o roteiro não esconde sua previsibilidade. A tentativa da Disney de "limpar a barra" de sua vilã, criando paralelos inevitáveis com filmes como Coringa, acaba resultando em armadilhas de roteiro e reviravoltas que o público mais treinado consegue antecipar a quilômetros de distância.

No frigir dos ovos, Cruella se consagra como aquele tipo raro de filme do qual não precisávamos necessariamente, mas cujo desbunde estético e atuações carismáticas proporcionam um prazer inegável. É uma experiência cinematográfica mediana e mista: peca pelo inchaço de sua longa duração, pelos excessos de videoclipe e por um roteiro previsível e higienizado, mas triunfa ao entregar um visual deslumbrante, uma atitude subversiva e um duelo de atrizes fantástico. Recomendo fortemente que você prepare a pipoca, embarque nessa revolução punk londrina e assista ao filme. Deixe-se levar pelo espetáculo e tire suas próprias conclusões sobre como a moda e a vingança se misturaram na criação dessa icônica vilã.

felipe_mrtn
felipe_mrtn
4 meses atrás

FILMAÇO! Quando lançou não prestei muita atenção, mas minha esposa é fã do ramo da moda, "Diabo Veste Prada" é um dos seus filmes favoritos, então tivemos que assistir. E te falar: baita filme. Ótimo roteiro, diálogos bem escritos, a trilha também é um diferencial. Tem um bom ritmo, um poquinho longo, poderia ter 1h50, estaria ótimo. Mas vale muito!

sunnyhalliwell
Sunny Halliwell
½
6 meses atrás

O filme é bonito visualmente, as roupas são incríveis, há cenas super interessantes que remetem ao estilo de Arsène Lupin, mas o conceito da protagonista é PODRE demais, muito preguiçoso. Toda a narrativa de desenvolvimento e esforço é jogada fora e se resume à genética. Decepcionante.

gabmuller
Gabriel Müller
½
6 meses atrás

Cara que filmaço. Não fui com grandes expectativas, apenas de que a história seria legal e a Emma Stone ia entregar uma boa performance. Mas simplesmente, tudo foi além das expectativas. Ótimo roteiro (com um bom plot no final), um elenco inspirado, figurinos e cenários deslumbrantes, e uma trilha sonora que casa plenamente com o filme.
A jornada da protagonista, o mundo marginalizado em que ela para ainda na infância e que contribui para a formação do caráter dela no futuro, é muito bem feita.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Inclusive simbólica a cena em que ela "se mata" e dá lugar de vez a personalidade da outra.


Super recomendado. Visto na Temperatura Máxima, na Globo, em: 15/03/2026.

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Principais Notícias

Elenco de Cruella

Mostrar mais (15)
Emma Stone (III) 375 12K

Emma Stone (III)

(Estella/ Cruella de Vil)
Emma Thompson 55 2,1K

Emma Thompson

(Baronesa)
Joel Fry 0 17

Joel Fry

(Jasper Badun)
John McCrea 0 2

John McCrea

(Artie)
Mark Strong (II) 23 414

Mark Strong (II)

(John)
Paul Walter Hauser 9 27

Paul Walter Hauser

(Horace Badun)

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