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Duração
Uma viúva encontra-se sobrecarregada com a custódia em tempo integral de seu explosivo filho de 15 anos de idade que sofre de déficit de atenção. Enquanto tentam sobreviver, a nova garota do outro lado da rua, Kyla, benevolentemente oferece o apoio necessário. Juntos, eles descobrem um novo sentido de equilíbrio e a esperança pode ser recuperada.
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Um filme que faz sentir. Xavier Dolan nunca decepciona.
Vou começar falando que a tela pequena me incomodou no início quando dei play no filme, até eu entender o porquê... Steve foi um garoto complicado e incompreendido, ele perdeu o pai e isso causou sérias consequências nele. Ele se alterava não por mal, mas por não ser capaz de lidar sozinho com a perda e com os sentimentos que ele foi tendo ao longo da trama. A tela se expandia em momentos onde Steve se sentia verdadeiramente completo, feliz e grato. Gerando um grande impacto no espectador. Die não era uma mãe ruim, ela se importava demais com ele e amava grandiosamente. Não entendi o conceito da vizinha travar na fala, não sei se ela tinha dificuldade de entendimento, se ela era realmente muito tímida ou se teve algum grande trauma que à travou. A vizinha foi uma grande amiga para ambos. O final foi meio óbvio... Steve se sentia um incômodo na vida de todos e sentia que não era digno daquilo. No final ele se liberta da maneira que ele acha mais certa. Durante o filme pudemos sentir a dor daquela mãe, as dificuldades da vizinha e todo o lado negativo de Steve.
Músicas muito envolventes.
A frase que eu mais rachei de rir e que realmente faz muito sentido foi: "A vida é como um jogo de poker sem um bom par você tá ferrado" Die tinha total razão nisso.
crl to pra ver esse desde 2014, lembrei dele por causa do dia das mães e finalmente baixei, tava perdendo um filmaço viu
O filme acabou e eu fiquei os créditos inteiro olhando pra tela, em completo choque. Amei e senti tudo.
Que garoto pé no saco.