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Data de lançamento
29 Nov. 2023Duração
Neste documentário profundamente íntimo, o músico Jon Batiste tenta compor uma sinfonia enquanto sua esposa, a escritora Suleika Jaouad, passa por tratamento de câncer.
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A música de Batiste abarca a humanidade. Nietzsche dizia que se a música não existisse, a vida seria um erro, e Jon Batiste prova isso.
Documentário musical biográfico da Higher Ground Productions, Mercury Studios, Our Time Projects e Netflix indicado ao Oscar de melhor canção original; no BAFTA, foi nomeado a melhor documentário. Ele explora um ano na vida do músico Jon Batiste, sua carreira musical e a luta de sua esposa contra a leucemia. O ex-presidente americano Barack Obama e sua esposa, Michelle Obama, estão entre os produtores executivos do filme.
Jon Batiste: Crescendo em Nova Orleans, a música sempre fez parte da família. Meu pai foi meu primeiro mentor musical. Minha mãe, ela realmente acreditava no piano clássico como base. "Conheça o seu ofício. Faça o que você quer." E a certa altura, tive que decidir. Ficar. Encontrar meu caminho como músico em casa ou ir para a faculdade e fazer alguma coisa. Foi assim que acabei na Julliard.
Uma celebração da arte, da resiliência e da mutabilidade do espírito humano. Parece ser uma verdadeira sinfonia americana e um retrato de uma vida americana específica. Comovente e cheio de música; um retrato surpreendente de coragem e criatividade diante das terríveis adversidades da vida. Este é um filme que capta como a arte não é apenas a forma como curamos; mas como vivemos.
Gosto da ideia de pegarem um artista e não fazerem uma biografia convencional com juventude no início, dificuldades no meio e glória no fim, do berço à cova, mas sim um recorte específico de um momento na vida daquela pessoa. No entanto, ao mesmo tempo que mostra percalços cortantes, Batiste pouco expõe vulnerabilidades e, se mostra, logo as supera. Ele já se viu obrigado a trair alguém? Ele já respondeu críticas com ódio? Ele pelo menos já xingou alguém? Ainda assim, bom filme.
Mais um filme em que seria melhor aproveitado se ficassem 100% em Suleika. Claro que o documentário mostra bastante sobre ela, mas a importância da apresentação de Batiste é rasa diante da densidade a sua volta. Feito para ver e esquecer.
Um ser iluminado desse merece tudo de bom nessa vida. Documentário poderoso.