Filme animado sobre o ato de desenhar, seu significado e sua necessidade imperativa. Fevereiro de 1939. Oprimido pela enxurrada de republicanos espanhois que fugiam da ditadura de Franco, o governo francês os coloca em campos. Dois homens separados por arame farpado farão amizade. Um é policial, o outro é cartunista. De Barcelona a Nova York, a verdadeira história de Josep Bartolí, lutador anti-Franco e artista excepcional.
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Os traços da animação são bem interessantes mas este formato da imagem estática ao meu ver vai contra o princípio do que é cinema, que nada mais é do que a fotografia rodada a velocidade de 24 frames por segundo. Logo nos deparamos com um grande fotografia que causa uma sensação de estranhamento grande. SObre o conto em si, nada de muito novo naquilo que é comum nestas amizades improváveis em guerra, somente pelo fato de ser uma animação mesmo.
"Se a alma existe... é como uma bela ideia.
Essas ideias que inspiram a mim, a ele, a todos... o comunismo, o anarquismo, a república... Essas ideias, se elas não encontram uma bela pessoa, tornam-se a morte."
Roteiro excepcional com a utilização de uma poderosa ferramenta que é a animação!
Filme maravilhoso e historicamente cruel.
Foi uma descoberta por acaso e simplesmente me ganhou de cara, o traço é de uma beleza ímpar...
Me senti como sendo o próprio neto dele escutando a história, e
também fui levada a crer que ele, o vô, era o Bartolí, hahaha
1168. (05/05/2021)
O filme valeu muito mais pra mim, pra conhecer o ilustrador. Confesso que não fazia ideia, muito menos do romance. Já valeu.
De começo estranhei a animação, mas depois vamos nos acostumando.
A outra coisa, claro, é válida pela situação da Europa na época.