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Duração
O filme nos remete de súbito à nossa infância, aos desenhos da época em que não tínhamos barba, onde nosso herói irrompia o limite das nuvens, conduzido por um pé de feijão, e invadia o castelo do gigante do mal.
Dessa vez somos levados até lá por um caipira simpático chamado Josué, que por acaso foi alçado aos céus por um pé de macaxeira, cujas sementes foram compradas despretensiosamente de um andarilho, um ambulante, ou melhor, um vendedor de sonhos ambulante.
Lançado na aventura, Josué adentrou o imenso castelo, conhecendo lá uma esquálida galinha que põe ovos de ouro e um trio de forró que só toca para o deleite do ilustre herói.
Prêmios:
Melhor Animação Brasileira - Júri popular no Anima Mundi 2009
Prêmio aquisição Canal Brasil no Anima Mundi 2009
Melhor Animação no Festival Comunicurtas 2009
Melhor Trilha Sonora Original no Festival Comunicurtas 2009
Melhor Curta - Júri Popular no Festival de Cinema de Gramado 2009
Melhor Direção de Arte no Festival de Cinema de Gramado 2009
Melhor Trilha Sonora no Festival de Cinema de Gramado 2009
Melhor Vídeo Infantil no Festival Locomotiva 2009
Children Choice Silver Award no Sapporo Short Fest 2009
Melhor Curta - Júri Popular no Vitória Cine Vídeo 2009
Melhor Direção de Arte no Curta Canoa 2009
Melhor Filme - Mostra Infanto Juvenil no FAM - Florianópolis 2009
Prêmio Brasil de Cinema Infantil - Melhor animação no Festival Internacional de Cinema Infantil 2009
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Lindo e criativo!
Filme 053/2025
Visto em 03/03/2025
Entediante!
Vamos saudar a mandioca!!
Curta de animação com temática sertaneja nordestina. Adorável! Método clássico de animação e colorização, com trilha sonora encantadora, lembrando os repentes entoados naquela região.
O roteiro é uma adaptação do famoso conto de 'João e o Pé de Feijão' e, nesta versão nordestina de Diogo Pereira Viegas, o feijão cedeu lugar ao pé de macaxeira (aipim) que, realmente, é parte constante e importante da culinária regional do nordeste e norte do Brasil.
É possível ser mais cativante?
Eita Nordeste, de cabras da peste. O traço quadrado e duro dos rostos representa a vida dura do nordestino do agreste. Adaptação muito bem realizada do clássico João e o Pé de Feijão para as terras do sertão nordestino. A casa do "gigante", inatingível para a imensa maioria do povo, só o destemido Josué pode chegar, e lá depara-se com a exploração do coronelismo. As vestimentas de cangaceiro colaboram para a imagem de imposição pela força. Mas Josué não é só destemido, seu coração de homem bom não poderia deixar os aprisionados da exploração continuar sua sina. Liberta-os como um heroi, mas o coronel se dá conta e quer "o couro" deles. Na fuga, até o pé de macaxeira dá uma forcinha e ajuda a derrotar o vilão explorador. E pra arrematar, a constatação de que nordestino é trabalhador e tem visão de negócio. O pé de macaxeira gera emprego e renda, faz a alegria da comunidade e da mãe de Josué. É chegado o tempo da fartura, que a terra nordestina bem sabe entregar aos seus (nesse caso não é com as chuvas 😃).
Excelente trabalho, com o acompanhamento de música bem representando o cancioneiro popular por meio dos tocadores de baião, forró e demais ritmos.
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