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Data de lançamento
19 Jan. 2023Duração
O mestre do horror japonês Junji Ito anunciou uma parceria com a Netflix para a produção de uma série animada baseada em suas obras. Segundo o autor, ele selecionou 20 histórias para serem adaptadas pela primeira vez em Junji Ito Maniac: Japanese Tales of the Macabre.
O mangaká confirmou alguns dos títulos que serão animados pela Netflix incluindo Tomie, Souchi e The Hanging Balloons
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Todas tem boas premissas mas nem todas se desenvolvem bem.
maratonado em 1 dia
No geral, estafante. Prossegui porque evito ao máximo abandonar as coisas no meio, mas, sinceramente, foi resistência. Alguns quase (QUASE) me ganharam, porém, caíram todos no problema geral: falta de conclusão.
— Os estranhos irmãos Hikizuri (2.5): Ok.
— A história do túnel misterioso (2,5): nada extraordinário. Apenas Ok.
— Balões no ar (3): interessante e perturbador, sem dúvida.
— Quatro x quatro paredes (2): Senti falta de... sentido. ¯\_(ツ)_/¯
— Esconderijo (2.5): bizarro , mas, novamente, nada extraordinário, a meu ver
— Intruso (2): mais um sem finalização. Parece o Piloto de algo maior...
— Cabelo longo no sótão (2): o fator surpresa... nada
— Mofo (3): Até aqui, o que mais se aproximou do que eu espero do termo "macabro". Porém, falta uma completude, uma sensação de ser uma história com começo, meio e fim.
— Visão na biblioteca (2,5): meio nhé...
— Cidade de túmulos (3): sabe-se para onde vai, mas, ao menos, teve começo, meio e fim.
— Camadas de terror (4): esse aqui chamou minha atenção. O termo "macabro", finalmente, fez sentido. Gostei da bizarrice.
— O que o mar trouxe (2): um daqueles que empolga pela premissa, mas é só um aperitivo... decepcionante...
— Foto de Tomie (2,5): idem
— Labirinto insuportável (2): a forma abrupta como finalizam é irritante...
— Implicante (3,5): mais um que dê fato me surpreendeu. Gostei como incomporaram a máxima de que crianças podem ser muito malvadas com uma desmistificação do amor sagrado e pueril.
—Beco (2,5): ----------
— Estátua sem cabeça (2): Basicamente, uma repetição de fragmentos de outros curtas, como "Balões no ar" e "Cabelo longo no sótão".
— Mulher que sussurra (3): não apenas macabro, como bizarro. Só que, na minha opinião fecal, a questão da obviedade na finalização ainda é um problema.
— Bichinho de estimação (1,5): Achei bem ruinzinho, sinceramente. Repetido, exagerado e bem distante do macabro — ao menos, no meu entendimento do termo.
Assim como Junji ito collection (2018), é gostosinha e dá pra passar um tempo. Mas qualidade inferior se comparado ao mangá.
Os meus contos favoritos: Cidade de túmulos e A mulher que sussurra.