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Data de lançamento
9 Junho 1993Duração
O Dr. John Hammond (Richard Attenborough) possui uma equipe de cientistas para descobrir um método cientifico de regenerar dinossauros através do DNA que eles encontram em âmbares preservados. Com isso ele cria um parque temático chamado Jurassic Park, onde todos são bem vindos para ver o passado retornar a vida. Dr. Hammond convida seus netos, Dr. Alan Grant (Sam Neil), Dra. Ellie Sattler (Laura Dern) e Ian Malcolm (Jeff Goldblum) para serem os primeiros à testemunhar a sua criação. As coisas começam a ir mal quando um empregado, Nedry (Wayne Knight), desativa o alarme de segurança e o mecanismo de defesa na tentativa de roubar espécies para revendê-las. Os dinossauros estão livres e as pessoas precisam lutar por suas vidas ou virar refeição para os ferozes Tiranossauros.
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Ramayana: O Nascimento de uma Lenda
Sempre será um dos meus filmes favoritos na vida! Mais de 30 anos e tudo nele impressiona. Não só a questão técnica e trilha sonora, mas os personagens, suas personalidades, a parte ética e o limite de intervenção na natureza. Acho a explicação de como os cientistas conseguiram trazer os dinossauros bem crível para leigo. Sempre fico emocionada na cena em que eles veem os dinossauros pela primeira vez. As cenas finais da gelatina + sequência da cozinha e da faixa caindo na frente do Tiranossauro sempre serão as minhas favoritas, um pedaço da minha infância consta aqui 🤍🦖
“A vida encontra um meio.”
“Não poupei despesas”
Para mim, Jurassic Park é o filme definitivo sobre dinossauros. Foi aquele momento em que a chave virou e o que antes parecia impossível passou a estar diante dos nossos olhos, com um nível de tecnologia impressionante para 1993 e que, mais de 30 anos depois, ainda impressiona. Os efeitos, a trilha de John Williams e o uso magistral do som continuam funcionando, mas são mesmo as cenas clássicas com o T-Rex e os velociraptores que ficaram gravadas na memória. Spielberg em sua essência, misturando aventura, suspense, encantamento e aquele senso de espetáculo que poucos sabem fazer tão bem. Um filme que não apenas envelheceu bem, mas ajudou a definir o cinema de aventura das décadas seguintes.
É o melhor filme do Spielberg, o melhor filme de dinossauro que marcou o cinema para sempre, nota 10.
Meu Deus!
Ao revisitar essa obra-prima, entendo a sinfonia perfeita que Steven Spielberg recriou nessas duas horas.
O ano era 1993, e quando você lembra disso, pensa: como pode? Como conseguiram alcançar níveis de realismo tão avançados já naquela época?
Desde a apresentação até o último minuto do filme, você embarca numa aventura, e Spielberg consegue despertar cada uma das emoções a que se propõe.
Desde o vislumbre empolgante de olhar o mundo real agora preenchido com dinossauros até a tensão no encontro avassalador com o T-Rex. E depois que engata, não há um segundo de nota baixa — como uma canção que vai te empolgando a cada verso e refrão, e você quer cantar, cantar e cantar. Neste caso, assistir, assistir e assistir até o final.
Cada atuação e cada personagem são perfeitos e bem entregues. Sam Neill e Laura Dern empolgam e cativam a cada cena. E os coadjuvantes Jeff Goldblum e Richard Attenborough, assim como as crianças Ariana Richards e Joseph Mazzello, são impecáveis e te convencem dos medos e das emoções em cada bendita cena.
Parabéns, Steven. Com cada fotografia, o desempenho em entregar um roteiro amarrado, a capacidade de nos encantar com dinossauros tão reais numa época em que a tecnologia ainda era rudimentar, somada a uma trilha sonora inesquecível, temos aqui um legítimo clássico que atravessará para sempre a história do cinema.
É o melhor filme do Spielberg, o melhor filme de dinossauro que marcou o cinema para sempre, nota 10.