Data de lançamento
28 Março 2010Duração
Atração fisica parece ser a explicação para pessoas que se relacionam. Mas podem ser algo sublime? Eterno? Ou atrevemo-nos a dizer, espiritual? As relações começam no dormitorio do coração? Nessa história de amor entre homens, a felicidade, descrita por Joseph Campbell e sábios através dos milenios é uma opção pratica para encontrar a felicidade.
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Just Say Love tinha uma premissa interessante. Gostei da ideia de mostrar como os dois se encontram e de acompanhar o início da atração física entre eles. Esse começo despertou minha curiosidade e tinha potencial.
Mas, para mim, o filme não funcionou muito bem. Ele tenta assumir uma proposta mais teatral, tanto na atuação quanto na forma de contar a história, e achei tudo muito exagerado e artificial em alguns momentos. Acabou ficando cansativo e não consegui me conectar tanto com os personagens.
No fim, achei a premissa interessante, mas a execução não me agradou. Tinha potencial para ser algo mais envolvente, mas não foi um filme que conseguiu me conquistar.
Tentou ser poético, mas não ficou legal, não convenceu. Tentou teatrizar igual aos filmes com referências em Shakespeare, mas falhou muito. Ficou forçado e tosco. Mudanças abruptas demais no roteiro para o ponto de partida. Enfim, pra mim não funcionou. A única coisa que achei legal foi o cenário.
Podem me julgar que eu não ligo, adoro esse filme! 😅
No começo foi provocativo, mas ficou só nisso ai. A ''história'' não me convenceu... fora que eu achei surreal algumas partes da conversa entre eles.
Essa parte ''poética''/filosófica não funcionou comigo. Talvez foi o formato teatral.
Sinceramente, não entendo essa nota alta.
"Nos sentimos atraídos por coisas que nos lembram de quando éramos perfeitos."