Primeira aposta do ano da Netflix em anime, “Kaguya: A princesa espacial” (2026) é um bom exemplar de animação japonesa que mistura de maneira eclética temas e gêneros, que vai do drama à ficção científica, passando pelo musical e pela comédia adolescente. Faz uma fusão do folclore ancestral japonês com o scifi moderno repleto de cores neon e rosa cintilante – Kaguya é a princesa que, segundo a lenda japonesa do século X, nasceu dentro de um bambu e foi cuidada por um cortador de lenha, tornando-se uma princesa cobiçada, que recebeu a alcunha de “Filha da Lua” (em 2013 saiu uma delicada animação que contava os detalhes desse folclore, filme indicado ao Oscar, que recomendo, “O conto da princesa Kaguya”). Aqui a princesa é uma garota serelepe, e longos cabelos loiros, que foge da Lua e vai parar na Terra. Ela aparece na casa de uma adolescente emburrada, Iroha, que vive sob estresse e cansaço da escola. Juntas seguem uma jornada de amizade e descobertas, até que Kaguya oferece a Iroha uma visita ao seu lar, no espaço sideral. Um filme teenager com história bacana, movimentada e com muita ação, que trata das incertezas da adolescência, da procura pela identidade e autonomia. É uma aventura colorida com músicas dançantes e ritmo frenético. O desenho de produção recorre a elementos da iconografia clássica japonesa alternado com um design intergaláctico que brilha os olhos. Essa releitura da lenda de Kaguya para o público jovem antenado nos streamings é um acerto da Netflix. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom
O traço da animação é muito bonito, mas o roteiro não é para mim.
Comendo panquecas juntas em todo espaço existente
Até chorei kkkkk
Foi tão fofo como se esforçaram tanto uma pela outra, vão cantar juntas e comer panquecas pelo resto da vida
Primeira aposta do ano da Netflix em anime, “Kaguya: A princesa espacial” (2026) é um bom exemplar de animação japonesa que mistura de maneira eclética temas e gêneros, que vai do drama à ficção científica, passando pelo musical e pela comédia adolescente. Faz uma fusão do folclore ancestral japonês com o scifi moderno repleto de cores neon e rosa cintilante – Kaguya é a princesa que, segundo a lenda japonesa do século X, nasceu dentro de um bambu e foi cuidada por um cortador de lenha, tornando-se uma princesa cobiçada, que recebeu a alcunha de “Filha da Lua” (em 2013 saiu uma delicada animação que contava os detalhes desse folclore, filme indicado ao Oscar, que recomendo, “O conto da princesa Kaguya”). Aqui a princesa é uma garota serelepe, e longos cabelos loiros, que foge da Lua e vai parar na Terra. Ela aparece na casa de uma adolescente emburrada, Iroha, que vive sob estresse e cansaço da escola. Juntas seguem uma jornada de amizade e descobertas, até que Kaguya oferece a Iroha uma visita ao seu lar, no espaço sideral. Um filme teenager com história bacana, movimentada e com muita ação, que trata das incertezas da adolescência, da procura pela identidade e autonomia. É uma aventura colorida com músicas dançantes e ritmo frenético. O desenho de produção recorre a elementos da iconografia clássica japonesa alternado com um design intergaláctico que brilha os olhos. Essa releitura da lenda de Kaguya para o público jovem antenado nos streamings é um acerto da Netflix. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom