Bom, logo de cara podemos notar do que se trata este curta. Nos primeiros minutos, a musica e o contexto que ela fora inserida, já nos da uma ideia do que iremos ver. A tensão do filme é crescente, seu inicio já é sufocante e áspero, o suficiente para incomodar.
Os personagens Junior e Pedro, respectivamente pai e filho, são bem definidos. Junior é um garoto gay, que esconde sua sexualidade do pai. Seu pai, se mostra em uma figura aparentemente autoritária, e sistemática, o que ajuda na construção da crescente tensão. Os primeiros diálogos são deixas que nos faz imaginar qual seria atitude daquele pai ao descobrir sobre a sexualidade do filho. Isto é o que causa o constante incomodo.
Talvez pela obviedade da parte "A" do curta, eu saberia ao certo que fim tomaria. Mas incrivelmente sou surpreendido com um final que teve muito mais a dizer do que o resto da produção. É claro que tudo aqui se complementa, desde a frieza do pai, até as memorias que ele tem no carro, que certamente foi o norte de sua atitude final; de abraçar seu filho ao invés de reproduzir um comportamento insensível e preconceituoso.
Este curta é uma clara alusão social a relação da herança de comportamento dos pais. Tudo que ouvimos na nossa infância e adolescência provavelmente iremos reproduzir no futuro, a menos que façamos diferente dos nossos pais. Como diria Belchior: "Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais."
A palavra Kandandu pelo que pesquisei, significa 'ABRAÇO", como expressão de afeto, consentimento e hospitalidade o que faz todo sentido para o curta. O abraço que o Pedro dá em Junior, é fruto talvez se uma experiencia negativa com seu pai, junto de uma reflexão sobre a questão. Isto é o que todos os pais deveriam fazer, apesar das diferenças, do choque de realidade, do preconceito, devemos abrir mão de nossos preconceitos para abraçar. Que não seja um a abraço falso, mas que seja verdadeiro.
Eu realmente gostei do trabalho. Relevante, representativo, atual, o curta passa uma mensagem importante sobre amor acima do preconceito.
Bom, logo de cara podemos notar do que se trata este curta. Nos primeiros minutos, a musica e o contexto que ela fora inserida, já nos da uma ideia do que iremos ver. A tensão do filme é crescente, seu inicio já é sufocante e áspero, o suficiente para incomodar.
Os personagens Junior e Pedro, respectivamente pai e filho, são bem definidos. Junior é um garoto gay, que esconde sua sexualidade do pai. Seu pai, se mostra em uma figura aparentemente autoritária, e sistemática, o que ajuda na construção da crescente tensão. Os primeiros diálogos são deixas que nos faz imaginar qual seria atitude daquele pai ao descobrir sobre a sexualidade do filho. Isto é o que causa o constante incomodo.
Talvez pela obviedade da parte "A" do curta, eu saberia ao certo que fim tomaria. Mas incrivelmente sou surpreendido com um final que teve muito mais a dizer do que o resto da produção. É claro que tudo aqui se complementa, desde a frieza do pai, até as memorias que ele tem no carro, que certamente foi o norte de sua atitude final; de abraçar seu filho ao invés de reproduzir um comportamento insensível e preconceituoso.
Este curta é uma clara alusão social a relação da herança de comportamento dos pais. Tudo que ouvimos na nossa infância e adolescência provavelmente iremos reproduzir no futuro, a menos que façamos diferente dos nossos pais. Como diria Belchior: "Ainda somos os mesmos e vivemos
como os nossos pais."
A palavra Kandandu pelo que pesquisei, significa 'ABRAÇO", como expressão de afeto, consentimento e hospitalidade o que faz todo sentido para o curta. O abraço que o Pedro dá em Junior, é fruto talvez se uma experiencia negativa com seu pai, junto de uma reflexão sobre a questão. Isto é o que todos os pais deveriam fazer, apesar das diferenças, do choque de realidade, do preconceito, devemos abrir mão de nossos preconceitos para abraçar. Que não seja um a abraço falso, mas que seja verdadeiro.
Eu realmente gostei do trabalho. Relevante, representativo, atual, o curta passa uma mensagem importante sobre amor acima do preconceito.