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Data de lançamento
2 Dez. 2005Duração
Walter Goodfellow é o vigário de uma pequena cidade do interior da Inglaterra. Walter é uma pessoa íntegra, que se dedica ao máximo ao seu ofício, o que o faz muitas vezes ser ausente como pai e marido. Sua esposa Gloria, cansada desta situação, mantém um caso com Lance, seu instrutor de golf. Holly, sua filha, é uma ninfomaníaca que tem um namorado novo a cada semana. E Petey, o caçula da família, apanha todo dia de seus colegas de escola. A situação muda após a contratação da excêntrica Grace Hawkins como governanta. Sempre acompanhada de seu misterioso baú e usando métodos pouco convencionais, Grace muda inteiramente a vida dos Goodfellows.
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Assistido via YouTube em 24/07/2026.
O longa traz Rowan Atkinson (o eterno Mr. Bean) saindo do humor puramente físico para viver um vigário bem-intencionado, mas completamente avoado. Não chega a ser uma obra-prima genial, mas entrega um passatempo muito divertido e politicamente incorreto que garante 3 estrelas. ⭐️⭐️⭐️
Se você gosta do humor britânico tradicional — aquela comédia ácida, sarcástica e cheia de piadas de humor negro refinadas —, o filme vai te agradar bastante. O ritmo é um pouco lento no começo, mas a dinâmica entre o elenco de peso compensa o investimento de tempo.
Um filme regular, "morno". Que tinha tudo para ter situações bem inspiradas e interessantes mas se torna mal aproveitado, prometendo um clímax que nunca chega e desperdiçando possíveis situações que poderiam render momentos criativos, marcantes e inusitados. Pois os atores estão bem aqui. Mas infelizmente tem em suas mãos um "drama familiar feijão com arroz" com "pitadas de humor negro" para funcionar. (Pendendo bem mais para o primeiro que para o segundo, mas usando o segundo para existir). Ficando coeso, "assistível" mas falho, previsível e inofensivo no contexto geral. Uma pena.
Seu "quarteto central" está muito bem! Mas é inconstante pois "Mr Bean" (Rowan Atkinson) está contido dentro do papel e o roteiro não o desenvolve mais ou lhe dá alguma cena de maior impacto ou marcante para desenvolvê-lo melhor.
Patrick Swayze o mesmo problema, mas seu carisma e sua posição como personagem na trama o privilegiam melhor em seu desenvolvimento.
Kristin Scott Thomas está legal, mantendo bem os conflitos e os dramas de sua personagem, mas também não pode ir muito além pois o roteiro não ajuda muito.
Agora Maggie Smith, caramba! Maggie Smith é uma excelente atriz e veterana, ela é a "alma do filme", me arrisco a dizer que se não fosse alguém no mínimo de "seu calibre" na personagem, eu nem aguentaria ver o filme. Pois ela contorna muito bem a falta de "desenvolvimento" de sua personagem, lhe dando "camadas" e aproveitando o "fiapo" de roteiro para desenvolver uma personagem enigmática e interessante, com seus olhares constantes e perspicácias que te fazem torcer por novidades em sua próximas cenas. Incrível a velhinha!
Infelizmente a trama não ajuda, sendo o seu "calcanhar de Aquiles", quase "desmoronando" a obra e a deixando cansativa. Mas é satisfatória dentro do seu "quadrado" e distrai sem ser ofensivo. O que poderia ter sido demais ficou só no "bonzinho/ok".
Não é nenhuma maravilha mas tem seus momentos de humor. Concordo com a galerinha abaixo quando dizem que o eterno Mr. Bean devia ter sido mais aproveitado. Nota 6,5. 1*
Comédia infantilizada que não aproveita bem o elenco que tem e todos estão totalmente desnecessários na trama.
- 21 de Março de 2020
256. (06/08/2019)
Ai esse humor inglês... ho ho ho