Mais um filme que conta com uma sinopse maravilhosa e super instigante. O diretor Matt Kazman resgata aquele espírito 'indie' tradicional da década de 1990: seu estilo lembra bastante o David O. Russell inicial. A dramaticidade combinada com certa comicidade é bastante inusitada e o desfecho familiar é encantador, um corolário sobre a perda da inocência púbere. Só não é melhor porque o modo estadunidense de se masturbar é muito tecnicista, torna pouco aplicável o momento-choque que talvez se instaure como clímax. Mas é uma descoberta a ser indicada! (WPC>)
Mais um filme que conta com uma sinopse maravilhosa e super instigante. O diretor Matt Kazman resgata aquele espírito 'indie' tradicional da década de 1990: seu estilo lembra bastante o David O. Russell inicial. A dramaticidade combinada com certa comicidade é bastante inusitada e o desfecho familiar é encantador, um corolário sobre a perda da inocência púbere. Só não é melhor porque o modo estadunidense de se masturbar é muito tecnicista, torna pouco aplicável o momento-choque que talvez se instaure como clímax. Mas é uma descoberta a ser indicada! (WPC>)