Chloe é mãe solteira em um relacionamento com Alex. A vida dela é virada de cabeça para baixo quando sua irmã, Sadie, chega em casa depois de uma longa ausência inexplicada.
"A Irmã Perturbada" (título meio engraçado rs) tem um curioso clima de mistério e sedução envolvendo a Sadie, personagem da bela Caitlin Stasey. A história tem reencontros e desentendimentos familiares, lembranças do passado, algumas mortes e um desfecho bem estranho. No geral não é bom, nem ruim.
Suspense de horror filmado em Austin, Texas, de Lucky McKee, que é o mesmo diretor de May, obsessão assassina (02) e The Woman - Nem todo monstro vive na selva (11). De todos filmes que vi dele até agora, este é o mais fraco, sem dúvidas. Os maiores destaques do elenco são da americana Thora Birch e da australiana Caitlin Stasey mas, mesmo assim, não conseguem tornar a trama tão atrativa e eficiente.
Este é um filme que enfoca as complicações dos relacionamentos femininos e como o ciúme, a obsessão e a possessão podem ser perigosos. Lucky McKee existe desde o final dos anos 90, dirigindo alguns dos mais interessantes gêneros do cinema, geralmente com mulheres nos papéis principais. Este longa desmascara sua própria personalidade dividida, desviando de um drama sobre a confusa inter-relação entre três mulheres para os espaços sombrios de um thriller mais convencional. A parte principal e mais forte fica para os minutos finais, onde se transforma num slasher exagerado e ruim.
É um filme bom mas como todo filme feito pra televisão sempre acaba muito rápido e de qualquer jeito.
se tivesse 0 pra pontuar...
"A Irmã Perturbada" (título meio engraçado rs) tem um curioso clima de mistério e sedução envolvendo a Sadie, personagem da bela Caitlin Stasey.
A história tem reencontros e desentendimentos familiares, lembranças do passado, algumas mortes e um desfecho bem estranho. No geral não é bom, nem ruim.
Suspense de horror filmado em Austin, Texas, de Lucky McKee, que é o mesmo diretor de May, obsessão assassina (02) e The Woman - Nem todo monstro vive na selva (11). De todos filmes que vi dele até agora, este é o mais fraco, sem dúvidas. Os maiores destaques do elenco são da americana Thora Birch e da australiana Caitlin Stasey mas, mesmo assim, não conseguem tornar a trama tão atrativa e eficiente.
Este é um filme que enfoca as complicações dos relacionamentos femininos e como o ciúme, a obsessão e a possessão podem ser perigosos. Lucky McKee existe desde o final dos anos 90, dirigindo alguns dos mais interessantes gêneros do cinema, geralmente com mulheres nos papéis principais. Este longa desmascara sua própria personalidade dividida, desviando de um drama sobre a confusa inter-relação entre três mulheres para os espaços sombrios de um thriller mais convencional. A parte principal e mais forte fica para os minutos finais, onde se transforma num slasher exagerado e ruim.
Bem mal feito, e ainda assisti dublado no Lifetime que tornou a experiencia ainda pior.