não gostei de terem a escolhido associar a lenda urbana da "Mulher da Boca Rasgada" com uma história de sumiço de crianças. É normal crianças atuarem mal mas o adultos desse filmes são piores ainda hahaha Além de ser esquisito ver um filme do Shiraishi sem ser um falso documentário e apenas um filme b terror fraquinho
O visual da mulher é lindo de ver, os filmes japoneses antigos eram mais bizarros, mas pelo menos pra mim o filme usa o pretexto da lenda para falar dos maus tratos com as crianças.
A doença e a maternidade são demonizadas em "The Slit-Mouthed Woman". Com imagens e fobias que são endêmicas do Japão, de baixo orçamento. No entanto, a imagem tem uma qualidade inquietante que transcende suas origens baratas. Os fãs temáticos de horror vão querer olhar... A coisa é tão barata que, após uma pausa de 27 anos, a cidade de Midoriyama é visitada por uma mulher fantasma com tesoura cujas marcas comerciais adicionais são um corte de orelha e uma máscara medicinal comumente usada no Japão para evitar espalhar resfriados. Tão tipicamente clichê que chega a dar repulsa. As matanças de morte do demônio (antecipadas por uma tosse contundente, não foi spoiler, não) coincidem com mães violentas, como a professora divorciada culpada, Sra. Yamashita (Eriko Sato, boa atriz), repreendendo fisicamente seus filhos indefesos. O filme faz muita atenção sobre mães excessivamente disciplinares, mas um clímax viciosamente misógino revela o medo oculto do fio de um matriarcado. Em suma "Kuchisake-Onna" tem uma qualidade apressada que implica um roteamento rápido, e estas são rígidas, com a impressionante exceção de Sato. Os efeitos especiais são bons mas a imagem perturba.
não gostei de terem a escolhido associar a lenda urbana da "Mulher da Boca Rasgada" com uma história de sumiço de crianças. É normal crianças atuarem mal mas o adultos desse filmes são piores ainda hahaha Além de ser esquisito ver um filme do Shiraishi sem ser um falso documentário e apenas um filme b terror fraquinho
O visual da mulher é lindo de ver, os filmes japoneses antigos eram mais bizarros, mas pelo menos pra mim o filme usa o pretexto da lenda para falar dos maus tratos com as crianças.
O que mais curti no filme foi
porque matam crianças. Coisa rara de se ver em filmes de terror.
A doença e a maternidade são demonizadas em "The Slit-Mouthed Woman". Com imagens e fobias que são endêmicas do Japão, de baixo orçamento. No entanto, a imagem tem uma qualidade inquietante que transcende suas origens baratas. Os fãs temáticos de horror vão querer olhar...
A coisa é tão barata que, após uma pausa de 27 anos, a cidade de Midoriyama é visitada por uma mulher fantasma com tesoura cujas marcas comerciais adicionais são um corte de orelha e uma máscara medicinal comumente usada no Japão para evitar espalhar resfriados. Tão tipicamente clichê que chega a dar repulsa. As matanças de morte do demônio (antecipadas por uma tosse contundente, não foi spoiler, não) coincidem com mães violentas, como a professora divorciada culpada, Sra. Yamashita (Eriko Sato, boa atriz), repreendendo fisicamente seus filhos indefesos. O filme faz muita atenção sobre mães excessivamente disciplinares, mas um clímax viciosamente misógino revela o medo oculto do fio de um matriarcado. Em suma "Kuchisake-Onna" tem uma qualidade apressada que implica um roteamento rápido, e estas são rígidas, com a impressionante exceção de Sato. Os efeitos especiais são bons mas a imagem perturba.
O fantasma mais serial killer ever
Freddy, Jason... Essa galerinha são só homicidas perto da Onna :v