Em meados de 1930, Anders está sonhando em se tornar um escritor. Seu amigo Sixten está sonhando em se tornar um jogador de futebol para que ele possa ir a Paris e conhecer prostitutas.
Particularmente não gostei, e azar do Ingmar se ele gostou,kkkkkk. O roteiro não empolga em nenhum momento, é lento e chato. Óbvio que tem uma coisinha ou outra boa, mas no geral não é. Nota 5,5.
Produção sueca indicada ao Oscar de melhor filme estrangeiro. O vencedor do ano foi o italiano Ontem, hoje e amanhã (63); no Festival de Cinema de Cannes, foi nomeado à Palma de Ouro de melhor filme. Este foi o 4° filme dirigido pelo sueco Bo Widerberg (1930-1997), no qual também escreveu o roteiro. Sem título no Brasil, a tradução literal seria algo como “O bairro de Korpen”. Um dos filmes favoritos de Ingmar Bergman.
A história tem algumas semelhanças com os antecedentes do próprio Widerberg, embora ele afirmou que era totalmente fictícia. O filme foi rodado em locações em um prédio degradado de Malmö que logo seria demolido. Os habitantes locais foram usados como extras para fortalecer o sentimento de autenticidade.
Comovente e lento drama familiar. Um dos primeiros sucessos internacionais do famoso diretor sueco. Uma estória forte e triste de Bo Widerberg. Algum existencialismo em drama sem humor deprimido. A cinematografia naturalista capta de forma soberba os bairros pobres de Malmö e transmite a classe trabalhadora sem nenhum embelezamento. Afundado no alcoolismo, esperanças destruídas, cretinismo, superstição e prostituição, este é um ambiente vulnerável ao nacional-socialismo. Este fator de impulso político completa a emancipação do protagonista.
Um dos favoritos de Ingmar Bergman (pude vê-lo dirigindo esta fita), este filme sueco (sem título no Brasil e Raven's End nos EUA) é sobre sonhos e sobrevivência através do olhar de um aspirante a escritor que lida com suas frustrações em meio à pobreza de uma Malmø agitada politicamente (anos 30). Arrastar-se na miséria ou se libertar? Neste caso, como? Se não se é bom o suficiente? Realismo social triste, depressivo e existencialista. Inclusive, na referência ao futebol como o ópio do povo.
Particularmente não gostei, e azar do Ingmar se ele gostou,kkkkkk. O roteiro não empolga em nenhum momento, é lento e chato. Óbvio que tem uma coisinha ou outra boa, mas no geral não é. Nota 5,5.
Produção sueca indicada ao Oscar de melhor filme estrangeiro. O vencedor do ano foi o italiano Ontem, hoje e amanhã (63); no Festival de Cinema de Cannes, foi nomeado à Palma de Ouro de melhor filme. Este foi o 4° filme dirigido pelo sueco Bo Widerberg (1930-1997), no qual também escreveu o roteiro. Sem título no Brasil, a tradução literal seria algo como “O bairro de Korpen”. Um dos filmes favoritos de Ingmar Bergman.
A história tem algumas semelhanças com os antecedentes do próprio Widerberg, embora ele afirmou que era totalmente fictícia. O filme foi rodado em locações em um prédio degradado de Malmö que logo seria demolido. Os habitantes locais foram usados como extras para fortalecer o sentimento de autenticidade.
Comovente e lento drama familiar. Um dos primeiros sucessos internacionais do famoso diretor sueco. Uma estória forte e triste de Bo Widerberg. Algum existencialismo em drama sem humor deprimido. A cinematografia naturalista capta de forma soberba os bairros pobres de Malmö e transmite a classe trabalhadora sem nenhum embelezamento. Afundado no alcoolismo, esperanças destruídas, cretinismo, superstição e prostituição, este é um ambiente vulnerável ao nacional-socialismo. Este fator de impulso político completa a emancipação do protagonista.
Um dos favoritos de Ingmar Bergman (pude vê-lo dirigindo esta fita), este filme sueco (sem título no Brasil e Raven's End nos EUA) é sobre sonhos e sobrevivência através do olhar de um aspirante a escritor que lida com suas frustrações em meio à pobreza de uma Malmø agitada politicamente (anos 30). Arrastar-se na miséria ou se libertar? Neste caso, como? Se não se é bom o suficiente? Realismo social triste, depressivo e existencialista. Inclusive, na referência ao futebol como o ópio do povo.