Outra obra surpreendente da terra do curry, apesar de um pouco confuso no seu inicio, sao personagens com historias sendo contada que se cruzam em dramas, em volto do personagem principal, um roteiro bom com bom andamento, mais serio saindo um pouco daquela escola indiana de filmes musicais com cenas surreais e quadrinhescas, bem mais pro viés histórico.
O cerne e a boa e velha vingança, o monge e um personagem sangue nos oio, como deve ser, duro, resistente e focado, frio. O único lado negativo, talvez por falta de verba, afinal filmes épicos de historia, precisam de subsídios para tal, e o exercito britânico aqui sempre e representado por meia dúzia de personagens figurantes, e por mais que se tenham tropas formadas por indianos leais a coroa, ainda sim a presença dos britânicos era bem mais presente.
Um filme indiano fora da caixinha como eu tanto queria, ou seja: um épico sem cenas musicais Non-sense e física super irrealista! Laal Kaptaan se passa na Índia do século 18, em meio a grandes mudanças geopolíticas, envolvendo disputas dos vários Estados indianos e do império britânico. Nessa bagunça toda, nosso protagonista tem sua vida f@#da e então passa a buscar vingança durante as próximas décadas, enquanto ganha a vida como caçador de recompensas. Aqui temos um sólido faroeste de vingança com boas doses de ação. Os cenários (e fotografia)são muito bonitos e a trilha sonora é bem imersiva. Também gostei do protagonista, ele tem uma motivação válida e uma personalidade que apesar de clichê, sempre caí bem nos filmes de ação: Personagem "exército" de um homem só, caladão e solitário. Destaques também pro rastreador, que é um bom alívio cômico. Como pontos negativos, destaco o filme ser um pouco arrastado, e algumas cenas de ação não serem tão caprichadas, embora ainda sejam muito mais respeitáveis que as das produções tradicionais do país. Espero que o cinema indiano produza mais filmes nessa pegada mais sóbria, assim como já fazem muito bem os cinemas Chinês, Coreano, Japonês, Tailandês e em menor escala, até o Indonésio.
Outra obra surpreendente da terra do curry, apesar de um pouco confuso no seu inicio, sao personagens com historias sendo contada que se cruzam em dramas, em volto do personagem principal, um roteiro bom com bom andamento, mais serio saindo um pouco daquela escola indiana de filmes musicais com cenas surreais e quadrinhescas, bem mais pro viés histórico.
O cerne e a boa e velha vingança, o monge e um personagem sangue nos oio, como deve ser, duro, resistente e focado, frio. O único lado negativo, talvez por falta de verba, afinal filmes épicos de historia, precisam de subsídios para tal, e o exercito britânico aqui sempre e representado por meia dúzia de personagens figurantes, e por mais que se tenham tropas formadas por indianos leais a coroa, ainda sim a presença dos britânicos era bem mais presente.
Um filme indiano fora da caixinha como eu tanto queria, ou seja: um épico sem cenas musicais Non-sense e física super irrealista!
Laal Kaptaan se passa na Índia do século 18, em meio a grandes mudanças geopolíticas, envolvendo disputas dos vários Estados indianos e do império britânico. Nessa bagunça toda, nosso protagonista tem sua vida f@#da e então passa a buscar vingança durante as próximas décadas, enquanto ganha a vida como caçador de recompensas.
Aqui temos um sólido faroeste de vingança com boas doses de ação. Os cenários (e fotografia)são muito bonitos e a trilha sonora é bem imersiva. Também gostei do protagonista, ele tem uma motivação válida e uma personalidade que apesar de clichê, sempre caí bem nos filmes de ação: Personagem "exército" de um homem só, caladão e solitário. Destaques também pro rastreador, que é um bom alívio cômico. Como pontos negativos, destaco o filme ser um pouco arrastado, e algumas cenas de ação não serem tão caprichadas, embora ainda sejam muito mais respeitáveis que as das produções tradicionais do país.
Espero que o cinema indiano produza mais filmes nessa pegada mais sóbria, assim como já fazem muito bem os cinemas Chinês, Coreano, Japonês, Tailandês e em menor escala, até o Indonésio.