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Data de lançamento
2 Julho 2014Duração
Frikke, um garoto de 14 anos, apanha uma sacola que um ciclista deixou cair. Dentro, ele descobre um jogo de computador sinistro que usa crianças reais da sua vizinhança como jogadores. Dentro desse universo alternativo, ele encontra Nola, uma jovem presa no labirinto. Começa uma corrida contra o tempo, e a única maneira de escapar desse lugar é encontrar o seu diabólico criador.
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O filme conta a história de um menino (Frikke) que é chamado a participar de um jogo em que os personagens são crianças reais presas dentro dele, mas ele é visto por elas apenas como um chapéu falante. O objetivo é achar a saída senão as crianças seriam mortas.
Enquanto investiga, o menino encontra um rapaz que foi o primeiro jogador e ele explica que isso é um truque pra decifrar o código e o jogo poder ser comercializado, e por isso precisam impedir. Depois eles descobrem que o labirinto na verdade é a cidade e as crianças vão para lá quando são fotografadas e ficam em coma por aqui. O problema é que Frikke teme terminar o jogo e não conseguir se aproximar de Nola porque ela não lembrará mais nada do jogo muito menos dele.
“Aquele que aqui está preso sua vida perde.”
A história do filme é legal, mas confusa em alguns momentos e mesmo no final deixa muitas pontas soltas que não entendi completamente.
Entretanto, o mais marcante foi mostrar como tem certas coisas que nada é capaz de apagar nem de destruir porque nos marcam profundamente. A minha professora de escola bíblica contou de uma conhecida que perdeu a memória e não se lembrava mais nem do próprio nome e da família, mas continuou sabendo perfeitamente tudo sobre sua vida cristã.
Spoilers:
No final eles descobrem que quem está por trás do jogo é um fotógrafo que usa uma câmera antiga, de propriedade de Frikke (mas não explica de onde saiu a câmera e porque acontece isso, só fala que é do avô). Então percebem que o melhor é realmente jogar e sair de lá. Quando conseguem fotografam o fotógrafo e prendem-no para ele não conseguir mais sair. Eles decifram o código e entendem que são palavras (peixe, fechado, preguiçoso e manuscrito) formando uma frase em latim que significa “aquele que aqui está preso sua vida perde”.
Frikke começa a gostar muito de Nola, mas teme dela não se lembrar de nada quando acorda do coma. Um dia andando na rua eles se encontram e ela lembra dele: chama de “Chapéu” e diz que não sabe porque está chamando assim, mas sente como se conhecessem e tivessem vivido muitas coisas juntos.
O filme não é ruim
até que é legalzinho
Surreal, como tudo que o cinema produz e na maioria das vezes surpreendente como este filme. E sendo um filme feito/pensado no publico infantil era de esperar e/ou pensar que seria uma coisinha boba sem muito sentido, mas não, ele tem uma história apreciável com atores bem dirigidos e cumpre o que promete, ou seja, divertir quem o esta assistindo.
O lado interessante de Labirinto – O Desafio Final é que, apesar das limitações do roteiro escrito por Pierre de Clercq, o filme instiga e prende a atenção. Além disso, a obra tem gráficos bem interessantes quando as cenas se passam na realidade paralela do vídeo game. Esses elementos só fortificam a impressão inicial que temos ao encarar o longa: o de que ele, com certeza, foi mais feito para as crianças do que para os adultos.
É um filme fantástico e criativo, não falo isso só porque sou apaixonada por qualquer fique que seja protagonizado por crianças, mas a ideia do filme e aquele cachorro muito inteligente deixa o filme interessante. Sem falar quando Frikke se vê apaixonado por Nola e faz de tudo para salva-lá. Só o final que poderia ter sido um pouquinho melhor, mas eu gostei, muito! <3