Juro: fiquei angustiadíssimo enquanto via o filme. Não apelas intenções de denúncia diaspóricas a que o filme que associa, mas pela situação quase cúmplice da extrema timidez de Jorge, que praticamente financia o seu próprio sofrimento, e de outros imigrantes como ele. A situação que emoldura o título original aparece de maneira falsamente climática. Amei ver o filme do Hector Babenco na tv (hino identitário dos marginais) e agraciei-me sobremaneira com o ótimo trabalho de um elenco heterogêneo. Como não apaixonar-se por Amy?! (WPC>)
Juro: fiquei angustiadíssimo enquanto via o filme. Não apelas intenções de denúncia diaspóricas a que o filme que associa, mas pela situação quase cúmplice da extrema timidez de Jorge, que praticamente financia o seu próprio sofrimento, e de outros imigrantes como ele. A situação que emoldura o título original aparece de maneira falsamente climática. Amei ver o filme do Hector Babenco na tv (hino identitário dos marginais) e agraciei-me sobremaneira com o ótimo trabalho de um elenco heterogêneo. Como não apaixonar-se por Amy?! (WPC>)
Assisti ontem no Sundance Channel. Só que o nome em português era outro: Um homem preso.