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Data de lançamento
5 Abril 2018Duração
História de uma mulher de boa reputação que herdou dinheiro suficiente para viver confortavelmente, mas aos sessenta anos ela percebe que esse dinheiro herdado já não é suficiente. Esta nova realidade altera o equilíbrio imaginário em que viveu e a empurra para transformar esse mundo que até então permaneceu imóvel.
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Co-produção da Alemanha, França, Itália, Noruega, Brasil, Paraguai e Uruguai que é um drama indicado a 5 categorias no Festival Internacional de Cinema de Berlim: Urso de Ouro de melhor filme, Prêmio de melhor Primeiro Filme, vencendo o Urso de Prata de melhor atriz, Ana Brun, Prêmio Alfred Bauer de melhor diretor e Prêmio FIPRESCI; no Grande Prêmio do Cinema Brasil, foi nomeado a melhor filme ibero-americano; no Festival de Cinema de Gramado, mais 6 indicações: vencendo o Kikito de Ouro de longa metragem em 35mm, Latinos -, melhor filme, longa metragem em 35mm, Latinos -, melhor diretor, melhor atriz de longa metragem em 35mm, Latinos, Ana Brun, Margarita Irun e Ana Ivanova, e longa metragem em 35mm, Latinos - melhor roteiro, além de ter participado de vários festivais de cinema no mundo todo.
As filmagens aconteceram em Assunção, no Paraguai. Este foi o 3° longa-metragem do diretor paraguaio Marcelo Martinessi. Estréia de Ana Brun como atriz. Ela usou um pseudônimo por medo de ser associada negativamente ao filme devido ao seu tema na sociedade paraguaia, ainda conservadora. O filme foi escolhido para representar o Paraguai na 91ª edição do Oscar na categoria de melhor filme estrangeiro.
Olha, eu até queria elogiar e dar uma moral por ser um raro filme produzido num país sem muita tradição aqui na América do Sul, como o Paraguai (que foi auxiliado na produção com a ajuda de outros países). Mas não deu, infelizmente, achei uma estória horrível e monótona pra ser esquecida de uma vez por todas. O filme é enfraquecido por sua própria forma, é difícil de comover o espectador. Lembra uma telenovela que tenta, sem sucesso, criar uma atmosfera sufocante e desaba completamente.
Possui boas cenas, mas no geral é arrastado e chato. Esperava bem mais.
Solidão e dependência emocional
Vencedor do Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Berlim e de seis prêmios no Festival de Gramado. O filme é ótimo, a maneira que você pode interpretar a personagem são quase infinitas. O diretor fez um retrato fidedigno de uma protoburguesia, que se não universal, bem comum na América Latina. O trabalho de atuação da Ana Brun é realmente excelente, mas o filme é bem mais que isso, as senhoras para quem ela trabalha lembraram muito minha avó e suas primas, o que deu um tom bem cômico para mim. É interessante como o relacionamento da personagem parece controlador, mas ao mesmo tempo é possível ver por outra ótica também, já que estamos sendo conduzidos por um olhar meio parcial. A solidão é quase um personagem. Algumas pontas soltas fizeram eu não dar nota dez, mas adorei.
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Visto em 23.08.22. Segundo filme paraguaio que vejo e gostei, mas vou rever pq estava cansado. Me lembrou o filme uruguaio 'Whisky'.