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Duração
O filme de Alice Rohrwacher produzido durante o confinamento foge da claustrofobia das chamadas de vídeo para buscar conexão através do zoom. Seus vizinhos são filmados em filme tátil de 16mm enquanto a diretora narra esta relíquia humanista que irradia bondade sob o sol italiano.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Vejo este curta mais como um filme-poema do que um documentário, é gostoso de assistir, de leva para uns lugares da sua mente. Alice Rohrwacher é uma das maiores diretoras italianas de sua geração, na minha opinião, seus filmes, agradando ou não, mexe com a gente. Este não é diferente, apesar do tempo curtíssimo, ela consegue dizer o que quer, trazer discussão e poesia mais sobre a alma do ser humano do que sobre a pandemia em si. A imagem de crianças brincando no campo diz mais do que qualquer narração.
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Que filme bonito!
A delicadeza da diretora me impressionou.
E a trilha! Ahhh...a trilha ♥️
Ok, tem aquele aspecto de filme "fácil", realizado durante a quarentena, mas, ao mesmo tempo, é um filme que reafirma as obsessões crentes da diretora em sua utopia rural, sendo aquele comentário final que relaciona a durabilidade da vida à harmonia com os vizinhos um primor! Admito que há uma estranha exortação à solidão benfazeja em seu discurso de seleção casual, mas, novamente, é algo que aparece em todos os trabalhos desta excelente e sensível diretora. Para além de sua "facilidade" de execução, um filme terno e autoral, cheio de paixão: a trilha acessória de caixinha de música é uma delícia! (WPC>)
QUE COISA MAIS LINDA! é por isso que eu realmente amo viver as vezes.
eu amo muito filminhos assim: reflexivos, poéticos, que exploram as essências que existem na vida e trazem uma estética linda de brinde.
fofo