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Data de lançamento
24 Ago. 2011Duração
De Paris nos anos sessenta para Londres na década de 2000, Madeleine e sua filha Vera vem e vão nas vidas dos homens. Mas o amor se torna mais difícil à medida que os anos passam. Como você pode resistir à força do tempo que passa e que ataca os nossos sentimentos mais profundos?
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Um épico de mais de 2 horas sobre as facetas do amor e relacionamentos, naquele jeitinho que só os franceses sabem, de que no final tudo acaba em sexo e fica tudo bem para todos, não sou fã, alias corro de musicais, e não sabia que esse era um, porem, as musicas estão inseridas como um pensamento, como se a letra colocasse em caixa alta a angustia de sentimentos dos envolvidos.
Por isso, e só por isso consegui seguir o filme, se fosse dança e musica como os musicais, tinha parado. Caras tudo aqui é realidade, todas as formas de amar, ou relações, o homem que se apaixona por uma mulher livre sexualmente, puta, homem que trai, mulher que trai, toxidade, amor vivido apenas por um, aquele que ama tanto que prefere engolir a dor e continuar com a pessoa, amor platônico, amor impossível, em fim, o que ja vivemos uma vez na vida, sofremos e sentimos..
Porem as obras francesas em sua áurea blaze, me fazem também, descobrir aqui dentro uma veia latente conservadora nesse assunto, como me incomoda o sexo e traição, tipo acaba em sexo, e esta tudo bem, todos seguem sua vida, Madeleine que não conseguia desamar do medico e ao mesmo tempo era tanto leviana quanto, me incomodou muito, e isso e tão comum na sociedade moderna, muito do que vi aqui me fez pensar que hoje os coachs de relação e os psicólogos de relação, assim como Instagram de relações tiraram muito de sua ideia de relações unilaterais dos filmes franceses e cultura de relacionamento onde vc tem que ser um individuo egoísta e o parceiro também, não ceder nunca, e ter sua vida e foda-se a relação , e os casais de hoje indo cada vez mais pro buraco se acusando mutuamente por relações falidas, e nem o homem ou a mulher cede para reconhecer falhas ... te conta.
Em fim bom filme sobre essa loucura que o mundo esta indo..no amor.
é dificil gostar dos personagens gays dos filmes do honoré. sinceramente? gosto mais quando ele faz os romances só hetero msm. ou deixa os gay em segundo plano, que nem em a bela junie. nesse, ele cria um personagem gay, que se apaixona pela vera, sabe-se lá o porque. alem de tudo, acredita ser soropositivo, o que traz a cereja do bolo: com os namorados e ficantes, ele transa sem camisinha, nao alerta sobre a suspeita, nem se testa, mas para sua linda hetero de estimação ele p-r-e-c-i-s-a contar e avisar pq né, deus nos livre um hetero contrair hiv. para honoré, só para
O filme oferta um mix de sensações porque é sensual ,engraçado, dramático e visualmente/sonoramente belo.....e que elenco, aqui destaque pra "filha da mãe" rs, Chiara Mastroianni estava ótima.... gostei muito!!!
"Estou falando de pessoas que apenas morrem. Porque estavam muito tristes. Em desespero. É uma vida muito melancólica."
<3